- Os acionistas do Grupo Pão de Açúcar convocaram uma Assembleia Geral Extraordinária.
- O objetivo é escolher dois novos membros para o conselho fiscal.
- A disputa é entre a família Coelho Diniz e o investidor Rafael Ferri, fundador da gestora GTF Capital.
- A remuneração de R$ 483 milhões de Ronaldo Iabrudi entre 2014 e 2023 gerou controvérsias e descontentamento entre os acionistas.
- A assembleia é vista como crucial para a governança corporativa e a recuperação da confiança dos investidores.
Os acionistas do Grupo Pão de Açúcar (GPA) convocaram uma Assembleia Geral Extraordinária para a escolha de dois novos membros do conselho fiscal. A disputa ocorre entre a família Coelho Diniz, que é a segunda maior acionista da empresa, e o investidor Rafael Ferri, fundador da gestora GTF Capital.
A controvérsia em torno das contas do GPA não é novidade. Entre 2014 e 2023, o acionista Ronaldo Iabrudi acumulou 483 milhões de reais em remuneração, ocupando cargos como presidente, conselheiro e diretor estatutário. Esse alto valor gerou descontentamento entre os acionistas e levantou questões sobre a gestão financeira da varejista.
Disputa no Conselho Fiscal
A disputa pelas vagas no conselho fiscal reflete tensões internas na empresa. A família Coelho Diniz, com uma longa história de envolvimento no GPA, busca consolidar sua influência, enquanto Ferri, com sua experiência em investimentos, promete trazer uma nova perspectiva à gestão.
Os acionistas esperam que a assembleia, marcada para breve, traga clareza sobre a direção futura do GPA. A escolha dos novos integrantes do conselho fiscal é vista como um passo crucial para a recuperação da confiança dos investidores e a melhoria da governança corporativa da empresa.
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