- A Petrobras iniciou um simulado de emergência na Bacia da Foz do Rio Amazonas, essencial para obter a licença do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para perfuração.
- O exercício começou no domingo, 15 de outubro, e envolve mais de 400 pessoas, além de uma ampla mobilização de recursos logísticos, como embarcações e helicópteros.
- A Avaliação Pré-Operacional (APO) é a última etapa do processo de licenciamento. O simulado deve durar de três a quatro dias.
- A perfuração só ocorrerá após a concessão da licença pelo Ibama, que ainda não se manifestou sobre o início das operações.
- A Bacia da Foz do Rio Amazonas é considerada promissora para a descoberta de grandes reservas de petróleo e gás, mas enfrenta resistência devido a preocupações socioambientais.
A Petrobras deu início a um simulado de emergência na Bacia da Foz do Rio Amazonas, um passo crucial antes da obtenção da licença do Ibama para perfuração de poços de petróleo e gás. O exercício, que começou no domingo, 15 de outubro, envolve mais de 400 pessoas e uma vasta mobilização de recursos logísticos, incluindo embarcações, helicópteros e uma sonda de perfuração.
A Avaliação Pré-Operacional (APO) é considerada a última etapa do processo de licenciamento. A Petrobras informou que o simulado foi iniciado às 18h10 e deve durar de três a quatro dias. A empresa ressaltou que a perfuração só ocorrerá após a concessão da licença pelo Ibama, que ainda não se manifestou sobre o início da operação.
A Bacia da Foz do Rio Amazonas é vista como uma área promissora para a descoberta de grandes reservas de petróleo e gás, especialmente após descobertas significativas em regiões geológicas semelhantes, como Suriname e Guiana. No entanto, a exploração enfrenta resistência de setores da sociedade e do governo, que expressam preocupações sobre os riscos socioambientais envolvidos.
Durante o simulado, a Petrobras atuará com recursos de resposta a emergências, mobilizando embarcações, veículos e centros de fauna. A empresa já realizou operações semelhantes, sendo a mais recente em setembro de 2023, na Margem Equatorial da Bacia Potiguar, onde obteve a Licença de Operação para o bloco BM-POT-17.
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