- Os Estados Unidos e a Coreia do Sul firmaram novos acordos em Washington, incluindo investimentos de $150 bilhões e a compra de 103 aviões da Boeing.
- Os líderes se reuniram no Gabinete Oval para discutir parcerias em setores como construção naval e energia.
- O novo acordo segue um pacto comercial de julho, que reduziu tarifas sobre exportações sul-coreanas.
- A Korean Air anunciou um contrato de $50 bilhões para a aquisição de aeronaves e motores de fabricantes dos EUA.
- Os líderes também planejam desenvolver reservas de gás natural no Alasca em parceria com o Japão, com a Coreia do Sul comprometendo-se a comprar $100 bilhões em energia dos EUA.
Os Estados Unidos e a Coreia do Sul firmaram novos acordos em Washington, incluindo investimentos de $150 bilhões e a compra de 103 aviões da Boeing. Os líderes dos dois países se reuniram no Gabinete Oval para discutir parcerias em setores estratégicos, como construção naval e energia.
O acordo mais recente segue um pacto comercial de julho, que reduziu tarifas sobre exportações sul-coreanas. O presidente dos EUA, Donald Trump, destacou a importância da colaboração entre os países, afirmando que ambos se beneficiam mutuamente. O compromisso de investimento inclui $350 bilhões em investimentos na economia americana, com $150 bilhões destinados à construção naval.
Além disso, a Korean Air anunciou um contrato histórico de $50 bilhões para a aquisição de aeronaves e motores de fabricantes dos EUA. O pedido inclui 103 aviões da Boeing e serviços de manutenção da GE Aerospace. Este é considerado o maior negócio na história da companhia aérea sul-coreana.
Cooperação em Energia
Os líderes também discutiram a cooperação em energia, com planos para desenvolver reservas de gás natural no Alasca em parceria com o Japão. A Coreia do Sul já havia se comprometido a comprar $100 bilhões em energia dos EUA, conforme o acordo de julho. Em abril, os ministros das Relações Exteriores dos três países reafirmaram o compromisso com a segurança energética e a cooperação regional.
Trump expressou interesse em se encontrar com o líder norte-coreano, Kim Jong Un, ainda este ano, ressaltando a relação positiva entre eles. No entanto, a Coreia do Norte criticou os exercícios militares conjuntos entre os EUA e a Coreia do Sul, chamando Washington de “arqui-inimigo”.
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