- O edifício Almirante Barroso, um arranha-céu de 31 andares no Centro do Rio de Janeiro, está vazio desde 2021.
- Os gestores do fundo imobiliário FAMB11 propuseram converter o prédio em um empreendimento residencial.
- A administradora do fundo, Actual, já protocolou um projeto na prefeitura para permitir o uso misto do imóvel, com áreas comerciais e residenciais.
- A nova estratégia busca rentabilizar o imóvel, que não atraiu inquilinos nos últimos quatro anos.
- Mais de 2 mil investidores foram convocados para discutir a mudança na política de investimentos, focando no desenvolvimento de unidades residenciais.
Os gestores do fundo imobiliário FAMB11 estão propondo uma transformação significativa no edifício Almirante Barroso, um arranha-céu de 31 andares localizado no Centro do Rio de Janeiro. O prédio, que ficou vazio desde 2021 após a saída da Caixa Econômica Federal, será convertido em um empreendimento residencial. A administradora do fundo, Actual, já protocolou um projeto junto à prefeitura para permitir o uso misto do imóvel, que incluirá tanto áreas comerciais quanto residenciais.
A nova estratégia visa rentabilizar o imóvel, que não conseguiu atrair inquilinos nos últimos quatro anos. Os gestores estão convocando mais de 2 mil investidores para discutir a mudança na política de investimentos, que agora se concentra no desenvolvimento de unidades residenciais. O objetivo é obter ganho de capital com a venda direta das novas unidades.
O edifício Almirante Barroso, situado na Avenida Rio Branco, ao lado do Largo da Carioca, já foi um importante centro administrativo da Caixa, incluindo a sede do museu Caixa Cultural. A conversão do prédio em residências segue uma tendência observada em outros imóveis da região, que também foram transformados em espaços habitacionais, especialmente estúdios, com sucesso nas vendas. Essa mudança reflete uma adaptação do mercado imobiliário às novas demandas por moradia no Centro do Rio.
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