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Ilegalidade é comparada a câncer pelo executivo da Cosan

Operação da Polícia Federal busca desmantelar esquema de crimes no setor de combustíveis e combater a concorrência desleal no Brasil

Quando compramos a Esso, foi pelo mesmo motivo que vemos nos jornais hoje: adulteração de combustíveis, entre outras coisas (Foto: Felipe Rau/Estadão)
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  • A Operação Carbono Oculto foi deflagrada pela Polícia Federal na manhã de 28 de agosto de 2025.
  • A ação visa desarticular um esquema de crimes no setor de combustíveis, com foco em adulteração e lavagem de dinheiro.
  • A operação abrange 350 alvos em sete estados, incluindo São Paulo.
  • O Instituto Combustível Legal apoiou a operação, destacando a gravidade da infiltração do crime organizado no setor.
  • O presidente do Instituto, Emerson Kapaz, pediu leis mais rigorosas para proteger operadores legítimos e combater práticas ilícitas.

A Operação Carbono Oculto, deflagrada na manhã de quinta-feira, 28, pela Polícia Federal em conjunto com outras autoridades, visa desarticular um esquema de crimes no setor de combustíveis. A ação abrange 350 alvos em sete estados brasileiros, incluindo São Paulo, e foca em práticas como adulteração de combustíveis e lavagem de dinheiro.

Durante um painel no 33º Congresso da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, o empresário Rubens Ometto, presidente do conselho da Cosan, comentou sobre a operação, afirmando que a ilegalidade no setor é um “câncer” que afeta o país. Ele destacou que a compra dos ativos da Esso em 2008 foi motivada por problemas de concorrência desleal e práticas ilegais, que ainda persistem.

O Instituto Combustível Legal (ICL) manifestou apoio à operação, ressaltando a gravidade da infiltração do crime organizado no setor. Em nota, o ICL afirmou que a operação é crucial para combater crimes contra a ordem econômica e a segurança pública, além de impactar diretamente a arrecadação de impostos e a concorrência no mercado.

A operação também visa alertar a sociedade sobre os prejuízos econômicos e sociais causados pela atuação criminosa no setor de combustíveis. O presidente do ICL, Emerson Kapaz, enfatizou a necessidade de leis mais rigorosas para punir práticas ilícitas e proteger os operadores legítimos do mercado.

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