- A Nvidia registrou um lucro líquido de 26,4 bilhões de dólares no segundo trimestre de 2025.
- A empresa se tornou a terceira mais lucrativa entre as big techs americanas, atrás da Alphabet e da Microsoft.
- A Alphabet obteve 28,2 bilhões de dólares e a Microsoft, 27,2 bilhões de dólares.
- Um estudo revelou que o lucro líquido conjunto das empresas listadas na B3 seria de 21,05 bilhões de dólares, posicionando uma hipotética “empresa B3” em quinto lugar no ranking global.
- A B3, com mais de 400 empresas listadas, ainda enfrenta desafios para competir com as grandes corporações tecnológicas dos Estados Unidos.
A Nvidia alcançou um lucro líquido de 26,4 bilhões de dólares no segundo trimestre de 2025, consolidando-se como a terceira empresa mais lucrativa entre as Seven Magnificents, grupo que inclui as principais big techs americanas. Este resultado coloca a fabricante de chips atrás apenas da Alphabet, que obteve 28,2 bilhões de dólares, e da Microsoft, com 27,2 bilhões de dólares.
O desempenho da Nvidia destaca a força das big techs na economia global. A Alphabet, por exemplo, faturou 33% a mais do que todas as empresas brasileiras juntas. O lucro da Microsoft superou em quase 6 bilhões de dólares o resultado consolidado da B3. Um estudo da Elos Ayta comparou os balanços das big techs com a bolsa brasileira, revelando que, se todas as empresas listadas na B3 fossem agrupadas como uma única companhia, o lucro líquido conjunto seria de 21,05 bilhões de dólares no trimestre.
Comparação com a B3
Esse valor colocaria uma hipotética “empresa B3” na quinta posição do ranking global, atrás da Apple, mas à frente de empresas como Meta Platforms (18,3 bilhões de dólares), Amazon (18,1 bilhões de dólares) e Tesla (1,17 bilhão de dólares). Apesar da relevância regional, a B3 ainda não abriga nenhuma companhia individual com resultados próximos aos das gigantes americanas.
A B3, que administra mais de 400 empresas listadas, continua a enfrentar desafios para competir com o desempenho das big techs. A diferença de lucros evidencia a disparidade entre o mercado brasileiro e o das grandes corporações tecnológicas dos Estados Unidos, ressaltando a necessidade de um ambiente mais favorável ao crescimento das empresas locais.
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