- A Aura (AURA33) ajustou suas perspectivas de crescimento com novos projetos estratégicos.
- A realocação da rodovia Borborema, em São Paulo, pode dobrar as reservas da mina.
- O estudo de viabilidade do projeto Era Dorada, na Guatemala, deve ser concluído em 2026.
- A integração de Serra Grande, em Goiás, está programada para o terceiro trimestre de 2023 e promete melhorias operacionais.
- A listagem das ações da Aura na Nasdaq aumentou a liquidez e atraiu novos investidores, com um valuation projetado para 2026 em quatro vezes o múltiplo de valor da empresa sobre o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ev/Ebitda).
A Aura (AURA33) anunciou um ajuste em suas perspectivas de crescimento, impulsionado por novos projetos estratégicos. A realocação da rodovia Borborema, em São Paulo, pode dobrar as reservas da mina, enquanto o estudo de viabilidade do projeto Era Dorada, na Guatemala, está previsto para ser concluído em 2026. A integração de Serra Grande, em Goiás, programada para o terceiro trimestre de 2023, promete melhorias operacionais significativas.
Além disso, a mineração subterrânea de Almas, no Tocantins, também está prevista para 2026, ampliando o portfólio da companhia. A XP Investimentos destaca que o preço do ouro continua a ser um fator positivo para a Aura, com o aumento das compras da commodity por bancos centrais e investidores, especialmente em um cenário de incertezas geopolíticas e pressões inflacionárias.
Listagem na Nasdaq
A recente listagem das ações da Aura (AUGO) na Nasdaq, bolsa de valores dos Estados Unidos, trouxe maior liquidez e ampliou a base de investidores. Esse movimento pode facilitar a inclusão em fundos de índice (ETFs) nos EUA, reduzindo preocupações sobre a acessibilidade das ações. Analistas avaliam que o valuation da empresa permanece atraente, com múltiplo de valor da empresa sobre o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ev/Ebitda) projetado para 2026 em quatro vezes, enquanto o preço sobre lucro (P/L) atinge seis vezes.
A taxa interna de retorno nominal em dólar (TIR) é estimada em 19%, superando o custo de capital próprio (Ke) de 12,5%. Esses fatores consolidam a Aura como uma opção atrativa para investidores em um mercado de mineração em crescimento.
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