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Pedro Pascal processa marca chilena de bebida por uso indevido de seu nome

Pedro Pascal processa David Herrera por confusão de marca com pisco "Pedro Piscal", que pode levar o caso ao Supremo Tribunal

Pedro Pascal em evento em Berlim, no dia 8 de julho (Foto: Reprodução)
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  • David Herrera lançou a marca de pisco “Pedro Piscal” em 2023, inspirado na variedade de uva utilizada na bebida.
  • O registro da marca foi publicado no Diário Oficial em junho de 2023 e as vendas começaram em 2024.
  • O ator Pedro Pascal processou Herrera, alegando que a marca causa confusão entre os consumidores e se aproveita de sua fama.
  • O advogado de Pascal argumenta que a semelhança entre os nomes é evidente e contraria princípios de boa-fé comercial.
  • O caso pode levar até dois anos para ser resolvido e pode chegar ao Supremo Tribunal.

David Herrera, um empreendedor chileno, lançou a marca de pisco Pedro Piscal em 2023, inspirado na variedade de uva utilizada na bebida e na popularidade do pisco no Chile. O registro da marca foi publicado no Diário Oficial em junho do mesmo ano, e o produto começou a ser comercializado em 2024.

Recentemente, o ator chileno Pedro Pascal entrou com um processo contra Herrera, alegando que a marca causa confusão entre os consumidores e se aproveita de sua fama. Pascal, conhecido por papéis em séries como *Narcos* e *Game of Thrones*, argumenta que o nome Pedro Piscal é “indisputavelmente induzido a erro”, levando os consumidores a acreditar que ele está associado ao produto.

O advogado de Pascal, do Estudio Silva, destacou que a semelhança gráfica e fonética entre os nomes é evidente e que a marca de Herrera contraria princípios de boa-fé e ética comercial. Por outro lado, o advogado de Herrera, do Estudio Ármate, defende que o nome foi escolhido em referência à uva Pedro Jiménez e que a imagem da marca não remete ao ator, mas sim a um homem com um cachorro.

O caso pode levar até dois anos para ser resolvido e tem potencial para chegar ao Supremo Tribunal. A defesa de Herrera solicitou que Pascal apresente suas evidências via Zoom, enfatizando a importância de que o ator seja responsabilizado diretamente pelas alegações. A disputa destaca questões sobre proteção de marcas e competição leal no mercado chileno.

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