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EUA financiam projeto de terras raras da mineradora Aclara no Brasil

Aclara Resources recebe US$ 5 milhões da DFC para viabilidade do projeto Carina, focado na extração de terras raras no Brasil

Recursos serão destinados a um estudo de viabilidade com conclusão prevista para o início do próximo ano (Foto: Reprodução)
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  • A Aclara Resources recebeu um aporte de US$ 5 milhões da International Development Finance Corporation (DFC) dos Estados Unidos.
  • O financiamento é destinado a um estudo de viabilidade do projeto Carina, que visa a extração de terras raras em Nova Roma, Goiás.
  • A conclusão do estudo está prevista para o início de 2024.
  • A Aclara busca um financiamento adicional de US$ 1,5 bilhão para expandir a extração de terras raras na América Latina e construir instalações de processamento nos Estados Unidos.
  • A empresa também planeja explorar depósitos de argila iônica no Chile e no Brasil até 2028, atendendo à demanda por elementos utilizados em tecnologias como veículos elétricos.

A mineradora Aclara Resources recebeu um aporte de US$ 5 milhões da International Development Finance Corporation (DFC) dos Estados Unidos para um estudo de viabilidade do projeto Carina, que visa a extração de terras raras no Brasil. O projeto está localizado em Nova Roma, Goiás, e é parte dos esforços ocidentais para reduzir a dependência da China, principal fornecedor desses minerais estratégicos.

Os recursos da DFC serão utilizados para avaliar a viabilidade do projeto, com a conclusão prevista para o início de 2024. Além do financiamento inicial, a DFC tem a opção de fornecer ou organizar mais recursos para o desenvolvimento do projeto. A Aclara, que possui ações listadas em Toronto, está em busca de financiamento adicional para um plano de US$ 1,5 bilhão que inclui a extração de terras raras na América Latina e a construção de instalações de processamento nos Estados Unidos.

O CEO da Aclara, Ramon Barua, destacou que a parceria com a DFC aumenta a confiança dos potenciais compradores dos produtos da empresa. A Aclara também planeja explorar depósitos de argila iônica no Chile e no Brasil até 2028, visando atender à demanda por elementos utilizados em tecnologias como veículos elétricos e turbinas eólicas. Essa iniciativa surge após o recente acordo do Pentágono para adquirir uma participação na MP Materials, único produtor de terras raras nos EUA.

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