- Uma pesquisa da Nexus indica que 60% dos brasileiros preferem produtos eletrônicos fabricados na China.
- A preferência é maior entre jovens de 16 a 24 anos (64%) e adultos de 25 a 40 anos (66%).
- No Nordeste, 70% dos entrevistados optam por celulares chineses.
- Apesar disso, 61% dos brasileiros escolheriam morar nos Estados Unidos, enquanto apenas 25% optariam pela China.
- A pesquisa também mostra que 67% consideram a China mais inovadora em tecnologia, enquanto 59% acreditam que o país está à frente na inteligência artificial.
Uma pesquisa realizada pela Nexus revelou que 60% dos brasileiros preferem produtos eletrônicos fabricados na China, como computadores e celulares. O levantamento, que entrevistou mais de 2 mil pessoas, mostra uma mudança significativa na percepção dos consumidores sobre os dois países.
Entre os jovens de 16 a 24 anos, essa preferência chega a 64%, enquanto entre adultos de 25 a 40 anos, o índice é de 66%. A pesquisa também destaca que 68% dos brasileiros que ganham até um salário mínimo optam por produtos chineses. No Nordeste, essa preferência é ainda mais acentuada, com 70% dos entrevistados escolhendo celulares chineses.
Apesar da preferência por produtos eletrônicos da China, os Estados Unidos continuam a ser vistos como o país mais desejado para se viver. De acordo com a pesquisa, 61% dos brasileiros escolheriam morar nos EUA, enquanto apenas 25% optariam pela China. Essa tendência é mais forte entre os jovens e pessoas com ensino médio.
A pesquisa também avaliou a percepção sobre inovação tecnológica. Para 67% dos entrevistados, a China é vista como mais inovadora em tecnologia do que os EUA, que obtiveram apenas 26%. No campo da inteligência artificial, 59% acreditam que a China está à frente, contra 31% que preferem os americanos.
Embora os produtos chineses sejam mais valorizados, os Estados Unidos foram considerados superiores em áreas como moda e exploração espacial. 46% dos entrevistados preferem a produção de roupas americana, enquanto 59% acreditam que os EUA estão mais avançados na corrida espacial.
Esses dados refletem uma mudança no imaginário do consumidor brasileiro, que vê a China não apenas como uma potência produtiva, mas também como um protagonista no futuro da tecnologia global, segundo Marcelo Tokarski, CEO da Nexus.
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