- Kevin Hassett, assessor econômico da Casa Branca, reafirmou a importância da independência do Federal Reserve (Fed) em relação a influências políticas.
- Em entrevista ao programa Face the Nation, ele destacou que a política monetária deve ser totalmente independente, inclusive do presidente Donald Trump.
- Hassett alertou sobre os riscos de permitir que líderes políticos controlem instituições financeiras, o que pode resultar em inflação e miséria para os consumidores.
- Ele afirmou que não tem planos de reformar o Fed no momento e que está focado em suas responsabilidades atuais.
- A discussão sobre a autonomia do Fed aumentou devido ao crescimento do desemprego nos Estados Unidos, que atingiu 4,3%, e à criação de apenas 22 mil novos postos de trabalho em agosto.
Kevin Hassett, assessor econômico da Casa Branca e potencial sucessor de Jerome Powell na presidência do Federal Reserve, reafirmou a importância da independência do banco central em relação a influências políticas. Em entrevista ao programa Face the Nation, da CBS News, ele destacou que a política monetária deve ser “totalmente independente da influência política, inclusive do presidente Trump”.
Hassett alertou sobre os riscos de permitir que líderes políticos controlem instituições financeiras, afirmando que isso pode levar a “inflação e miséria para os consumidores”. Suas declarações surgem em um contexto de crescente pressão de Trump para que o Fed reduza as taxas de juros, o que tem gerado incertezas sobre a autonomia do banco central.
Além de Hassett, outros nomes estão sendo considerados para a liderança do Fed, como Kevin Warsh e Christopher Waller. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, mencionou que até 11 candidatos estão sendo avaliados. Hassett, no entanto, afirmou que não tem planos de reformar o Fed neste momento e que está focado em suas responsabilidades atuais.
A discussão sobre a autonomia do Fed se intensificou, especialmente após o aumento do desemprego nos EUA para 4,3%, o maior nível desde 2021. A criação de apenas 22 mil novos postos de trabalho em agosto também contribuiu para o debate sobre a eficácia da política monetária atual.
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