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JPMorgan prevê queda de 8% nas ações e recomenda proteção antes do CPI

JPMorgan prevê correção de até 8% no S&P 500, alertando para riscos relacionados ao CPI de agosto e à inflação crescente

Foto: Reprodução
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  • O S&P 500 pode enfrentar uma correção de 5% a 8%, segundo o estrategista da JPMorgan, Dubravko Lakos-Bujas.
  • A divulgação do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) de agosto, prevista para esta quinta-feira, pode ser o fator que desencadeia essa queda.
  • Lakos-Bujas recomenda cautela aos investidores, destacando que o mercado pode estar supervalorizado após um grande rali.
  • Ele projeta que o índice pode fechar entre 6.200 e 6.000 pontos, mas acredita que a queda será temporária, com uma expectativa de alcançar 7.000 pontos até o início de 2026.
  • Outros analistas, como os da Wells Fargo e Deutsche Bank, estão mais otimistas, elevando suas metas para o S&P 500, impulsionados por dados positivos sobre inteligência artificial.

O S&P 500, que recentemente atingiu um recorde histórico acima de 6.500 pontos, pode enfrentar uma correção de 5% a 8% em breve, segundo o estrategista da JPMorgan, Dubravko Lakos-Bujas. Ele aponta que a divulgação do CPI de agosto, prevista para esta quinta-feira, pode ser o gatilho para essa queda, levando o índice a níveis entre 6.200 e 6.000 pontos.

Lakos-Bujas recomenda cautela aos investidores, que estão otimistas com o mercado, especialmente após previsões de crescimento em setores como inteligência artificial. Ele observa que, após um dos maiores ralis em décadas, o mercado pode estar supervalorizado, especialmente com a expectativa de cortes nas taxas de juros em um cenário de inflação crescente. “Se a inflação se mostrar mais alta, a atual posição do mercado pode estar em risco”, alertou.

Expectativas para o Futuro

Apesar do cenário de correção, Lakos-Bujas acredita que qualquer queda será temporária. Ele projeta que o S&P 500 pode alcançar 7.000 pontos até o início de 2026. Essa previsão é a mais baixa entre os analistas, que, em média, esperam que o índice termine o ano em 6.498 pontos.

Outros analistas de Wall Street, como os da Wells Fargo e Deutsche Bank, estão mais otimistas, elevando suas metas para o S&P 500, impulsionados por dados positivos sobre o potencial da inteligência artificial e a diminuição dos efeitos de tarifas elevadas. Contudo, Lakos-Bujas destaca que o mercado pode estar despreparado para uma realidade de inflação crescente, o que poderia impactar a trajetória de cortes nas taxas pelo Federal Reserve.

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