- O mercado financeiro aguarda cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve, especialmente após dados econômicos fracos, como o aumento nos pedidos de auxílio-desemprego.
- Há uma probabilidade de 89% de um corte de 0,25 ponto percentual na próxima reunião de política monetária.
- A Goldman Sachs destacou empresas que podem se beneficiar, como H.B. Fuller e Wyndham Hotels & Resorts, devido à alta proporção de dívida de taxa flutuante.
- H.B. Fuller possui uma dívida total de aproximadamente R$ 2,1 bilhões e suas ações caíram 9% neste ano, com análises mistas sobre seu desempenho.
- Wyndham Hotels & Resorts, com uma dívida de cerca de R$ 2,5 bilhões e queda de 16% nas ações, é considerada uma boa opção de investimento por muitos analistas, com 14 recomendações de compra.
O mercado financeiro está atento a possíveis cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve, especialmente após a divulgação de dados econômicos fracos, como o aumento nos pedidos de auxílio-desemprego. As expectativas de uma redução nas taxas de juros aumentaram, com o mercado precificando uma probabilidade de 89% de um corte de 0,25 ponto percentual na próxima reunião de política monetária.
Empresas em Foco
A Goldman Sachs destacou empresas que podem se beneficiar dessa mudança, como H.B. Fuller e Wyndham Hotels & Resorts, que possuem uma alta proporção de dívida de taxa flutuante. A expectativa é que a redução nas taxas de juros diminua os custos de empréstimos de curto prazo para essas companhias. H.B. Fuller, fabricante de adesivos, possui uma dívida total de aproximadamente R$ 2,1 bilhões e suas ações caíram 9% neste ano. As análises sobre a empresa são mistas, com algumas recomendações de compra e outras indicando desempenho abaixo do esperado.
Por outro lado, Wyndham Hotels & Resorts, que enfrenta uma queda de 16% em suas ações este ano, também pode se beneficiar. A empresa tem uma dívida total de cerca de R$ 2,5 bilhões e a maioria dos analistas a considera uma boa opção de investimento, com 14 recomendações de compra.
Outras Oportunidades
Além dessas, a Goldman Sachs identificou outras empresas com alta proporção de dívida flutuante, como Aramark, que possui a maior proporção na lista, com uma dívida total de R$ 6,8 bilhões. As ações da Aramark tiveram um leve aumento de 2% neste ano, e a maioria dos analistas é positiva em relação ao seu desempenho futuro.
Outras empresas mencionadas incluem Capri Holdings, SanDisk, Informatica e Elanco Animal Health. O cenário atual sugere que a redução nas taxas de juros pode trazer alívio financeiro para essas companhias, especialmente as de menor valor de mercado, que tendem a ter mais dívidas de taxa flutuante.
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