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Petróleo registra alta de 2% na semana devido a sanções contra a Rússia

Petróleo sobe após novas sanções à Rússia; EUA pressionam G7 por tarifas mais altas sobre o produto russo

Bomba de extração de petróleo em operação na Bacia Permiana, no condado de Loving, Texas (Foto: Reprodução)
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  • O mercado de petróleo teve alta significativa, com o WTI subindo 1,32% e o Brent 2,27%.
  • O fechamento na sexta-feira, 12 de setembro, foi de R$ 62,69 o barril para o WTI e R$ 66,99 para o Brent.
  • Novas sanções do Reino Unido e da União Europeia foram impostas à Rússia devido à guerra na Ucrânia.
  • Os Estados Unidos estão pressionando o G7 a aumentar tarifas sobre o petróleo russo, especialmente para Índia e China.
  • A consultoria Capital Economics prevê um possível superávit no mercado, com preços do Brent abaixo de R$ 60 o barril até o final de 2025.

O mercado de petróleo registrou alta significativa nesta semana, com o WTI e o Brent subindo 1,32% e 2,27%, respectivamente. O fechamento na sexta-feira, 12, foi marcado por um aumento de 0,51% para o WTI, cotado a US$ 62,69 o barril, e de 0,93% para o Brent, a US$ 66,99. Essa movimentação ocorre em meio a novas sanções impostas pelo Reino Unido e pela União Europeia à Rússia, em resposta à guerra na Ucrânia.

As sanções visam pressionar a Rússia, com o Reino Unido anunciando um pacote de 100 novas medidas que afetam o setor de petróleo e o poderio militar russo. A União Europeia está finalizando um 19º pacote de restrições, focando em vendas de petróleo russo e transações com bancos. O presidente dos EUA, Donald Trump, expressou sua insatisfação com a situação, afirmando que sua paciência está se esgotando em relação ao presidente russo, Vladimir Putin.

Pressão Internacional

Os Estados Unidos estão pressionando os países do G7 a impor tarifas mais altas sobre o petróleo russo, especialmente para Índia e China, que continuam a comprar o produto. O Rabobank observa que o mercado de petróleo enfrenta forças divergentes, com tensões geopolíticas e aumento da oferta pela Opep, o que pode limitar o rali atual.

A consultoria Capital Economics prevê que a oferta adicional da Opep+ poderá levar a um superávit no mercado, resultando em preços do Brent abaixo de US$ 60 o barril até o final de 2025. Apesar da resiliência observada nos últimos meses, os fundamentos do mercado indicam uma tendência de queda nos preços, refletindo a complexidade do cenário atual.

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