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Torre do Cidade Jardim se destaca com nova gestão e supera baixa ocupação

Cidade Jardim Continental Tower reduz taxa de vacância de 60% para 35% após reformas e locação de 33 dos 40 conjuntos reformados

Prédio de 27 andares do Cidade Jardim Corporate Center, localizado na Avenida Magalhães de Castro (Foto: Reprodução)
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  • O fundo imobiliário Cidade Jardim Continental Tower (CJCT11) enfrentava dificuldades financeiras com uma taxa de vacância de 60%.
  • Após reformas realizadas pela Hedge, a taxa de vacância caiu para 35%.
  • A Hedge reformou cinco andares do edifício, dividindo as lajes em espaços menores de 200 m² a 350 m².
  • Desde 2020, 33 dos 40 conjuntos reformados já estão locados, totalizando mais de 8 mil m² ocupados.
  • O preço do ativo está abaixo do custo de construção na região, a R$ 6 mil por m², atraindo investidores institucionais.

O fundo imobiliário Cidade Jardim Continental Tower (CJCT11), que enfrentava sérias dificuldades financeiras, apresentou uma recuperação significativa após reformas realizadas pela Hedge. O fundo, que estava com uma taxa de vacância de 60% e incapaz de pagar rendimentos aos cotistas, agora vê sua taxa reduzida para 35%.

A Hedge investiu na reforma de cinco andares do edifício, localizado no complexo Cidade Jardim, em São Paulo. A estratégia incluiu a divisão das lajes, que antes tinham mais de 900 m², em espaços menores, variando de 200 m² a 350 m². Essa mudança visou aumentar a atratividade do imóvel, que estava sendo superado por prédios vizinhos com opções de locação mais acessíveis.

Desde o início da gestão da Hedge, em 2020, 33 dos 40 conjuntos reformados já estão locados, totalizando mais de 8 mil m² de área ocupada. O sócio-diretor da Hedge, João Toazza, destacou que a dificuldade de comercialização do edifício se devia, em parte, ao seu acesso limitado e à distância de estações de transporte público.

O fundo, que foi desenvolvido pela JHSF há mais de dez anos, havia perdido atratividade no mercado devido à sua vacância elevada e à baixa liquidez. No entanto, investidores institucionais estratégicos começaram a ver uma oportunidade, dado o preço do ativo, que estava abaixo do custo de construção na região, a R$ 6 mil por m².

Com a nova abordagem de gestão e as reformas, o CJCT11 mostra sinais de recuperação, refletindo uma mudança positiva no cenário do fundo imobiliário e na comercialização do edifício.

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