Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

CDBs oferecem rendimento de até 14,65% nesta terça-feira na XP

XP oferece CDBs com taxas de até 14,650% ao ano, enquanto juros futuros caem após retração econômica de 0,5% em julho

Foto: Reprodução
0:00
Carregando...
0:00
  • O mercado de renda fixa no Brasil apresenta a taxa Selic em 15%, com expectativa de manutenção nas próximas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom).
  • A XP anunciou, nesta terça-feira (16), a oferta de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) com taxas prefixadas de até 14,650% ao ano, com vencimento em 12 meses.
  • Títulos atrelados à inflação oferecem rentabilidades de até IPCA+8,790%, enquanto os pós-fixados alcançam 98,5% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI).
  • A divulgação do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) mostrou uma retração de 0,5% em julho, levando a uma queda nas taxas dos juros futuros.
  • O cenário político, incluindo a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, gera incertezas que podem impactar o mercado de renda fixa, que observa um viés de queda nas taxas.

O mercado de renda fixa no Brasil está em movimento, com a taxa Selic mantida em 15% e a expectativa de estabilidade nas próximas reuniões do Copom. Nesta terça-feira (16), a XP anunciou a oferta de CDBs com taxas prefixadas de até 14,650% ao ano, com vencimento em 12 meses. Além disso, títulos de inflação estão oferecendo rentabilidades de até IPCA+8,790%, enquanto os pós-fixados chegam a 98,5% do CDI.

Os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) não são as únicas opções disponíveis. As Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) apresentam taxas prefixadas de até 12,010%, e as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) oferecem até 11,680% em 12 meses. Os títulos atrelados à inflação também estão atraentes, com LCIs pagando até IPCA+6,960%.

Queda nas Taxas de Juros Futuros

A divulgação do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) revelou uma retração de 0,5% em julho, superando a expectativa de queda de 0,2%. Esse dado reforçou a percepção de desaceleração econômica, resultando em uma queda nas taxas dos juros futuros. O DI para janeiro de 2027, por exemplo, recuou para 13,985%, enquanto o contrato para janeiro de 2028 caiu para 13,245%.

O ambiente externo também influenciou essa tendência, com os rendimentos dos Treasuries nos EUA em queda. O mercado americano precifica uma chance de 96% de um corte de 25 pontos-base na próxima reunião do Federal Reserve. No Brasil, a curva de juros indica uma manutenção da Selic em 15%, com 99% de probabilidade.

Riscos e Expectativas

Além da situação econômica, o cenário político continua a ser monitorado. A condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado gerou incertezas sobre possíveis retaliações dos EUA ao Brasil. Em julho, o governo norte-americano impôs tarifas adicionais sobre produtos brasileiros e restrições a vistos.

Com a combinação de uma atividade econômica fraca, expectativas de cortes de juros nos EUA e riscos políticos, o mercado de renda fixa apresenta um viés de queda nas taxas, especialmente nos vencimentos intermediários e longos. A atenção agora se volta para o comunicado do Copom, que poderá sinalizar os próximos passos da política monetária.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais