- A PRIO (PRIO3) recebeu licença de instalação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para o campo de Wahoo.
- A empresa inicia as obras submarinas imediatamente e prevê a produção para 2026.
- A embarcação responsável pelo lançamento da linha rígida já foi contratada e deve chegar em outubro.
- As ações da PRIO subiram 2%, alcançando R$ 38,73, após a notícia.
- Instituições financeiras, como Goldman Sachs, Genial Investimentos e JPMorgan, avaliaram a licença como um avanço importante, com recomendações de compra e preços-alvo variando entre R$ 48,10 e R$ 69.
A PRIO (PRIO3) obteve, na segunda-feira (15), a licença de instalação do Ibama para a interligação dos poços do campo de Wahoo. Com essa autorização, a empresa inicia imediatamente as obras submarinas, prevendo a produção para 2026. A petroleira já contratou a embarcação responsável pelo lançamento da linha rígida, que deve chegar em outubro.
A notícia gerou reações positivas no mercado financeiro. Às 10h15 (horário de Brasília), as ações da PRIO subiam 2%, alcançando R$ 38,73. O Goldman Sachs avaliou o avanço no licenciamento como um sinal estratégico positivo, aumentando a visibilidade do cronograma para o primeiro óleo do projeto e reduzindo os riscos de atrasos. O banco mantém recomendação neutra e preço-alvo de R$ 48,10.
A Genial Investimentos destacou que a concessão da licença é um marco crucial para a PRIO, permitindo a entrada de Wahoo no cronograma de produção já no primeiro semestre do próximo ano. A corretora vê a empresa negociando a apenas 2 vezes o Valor da Firma (EV)/EBITDA para 2026, com rendimento de geração de caixa estimado em 30%. A recomendação de compra foi reiterada, com preço-alvo de R$ 69.
O JPMorgan também considerou a licença como um avanço importante, que destrava valor no portfólio da PRIO e diminui o risco de novos atrasos. O banco manteve a classificação overweight e preço-alvo de R$ 53. O Itaú BBA projetou o primeiro óleo do ativo para abril de 2026, com quatro poços totalizando 40 mil barris por dia, e reiterou recomendação de compra com preço-alvo de R$ 62.
Por fim, o Morgan Stanley e a XP Investimentos também avaliaram a concessão da licença como um catalisador positivo para as ações da PRIO, reforçando a expectativa de crescimento da produção e a valorização da companhia no setor de petróleo e gás.
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