- O Atacadão, modelo de atacarejo brasileiro, enfrenta dificuldades na França, um ano após sua inauguração em junho de 2022.
- O CEO do Label’Vie, Brahim Lemseffer, informou que apenas 60% dos clientes são consumidores finais, abaixo da meta de 70%.
- A loja, situada em Aulnay-sous-Bois, foi transferida após protestos em Sevran.
- Lemseffer afirmou que o modelo levará de três a quatro anos para se consolidar no mercado francês.
- Em contraste, o Atacadão no Marrocos teve um crescimento de 20,7% no faturamento no segundo trimestre, destacando a diferença de aceitação entre os dois países.
O Atacadão, modelo de “atacarejo” brasileiro, enfrenta desafios em sua operação na França, um ano após sua inauguração em junho de 2022. O CEO do Label’Vie, Brahim Lemseffer, reconheceu que a aceitação do modelo está abaixo do esperado, com apenas 60% dos clientes sendo consumidores finais, enquanto a meta era de 70%.
A loja, localizada em Aulnay-sous-Bois, nos arredores de Paris, foi transferida após protestos na comuna de Sevran. Lemseffer destacou que o modelo de atacarejo demanda tempo para se consolidar, afirmando que levará de três a quatro anos para operar plenamente. A resistência dos consumidores franceses em aceitar os preços do Atacadão, em comparação com redes estabelecidas como Leclerc e Intermarché, tem sido um obstáculo significativo.
Apesar das dificuldades na França, o desempenho do Atacadão no Marrocos é notável. O grupo Label’Vie opera 19 lojas no país, com um crescimento de 20,7% no faturamento no segundo trimestre. A direção da companhia reafirmou que o Atacadão continua sendo o principal motor de crescimento, evidenciando a diferença de aceitação entre os dois mercados.
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