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Setor imobiliário avança com novo aporte de R$ 30 milhões para destravar fluxo

A CUB já gerenciou 77 mil contratos e movimentou R$ 600 milhões, visando expandir o acesso ao crédito no setor imobiliário.

Thais Matoszko e Leonardo Gasparin, da CUB, em destaque, com informações sobre a participação da empresa em 400 projetos imobiliários em três anos (Foto: Reprodução)
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  • A fintech CUB, fundada em 2022, levantou US$ 5,5 milhões em uma rodada Série A para expandir sua plataforma de automação de cobranças e antecipação de recebíveis.
  • A rodada foi liderada pelos fundos Alexia Ventures e Upload Ventures.
  • A CUB surgiu após a experiência de seus fundadores com a startup 1m2, que buscou digitalizar a compra de terrenos, mas não teve sucesso.
  • A plataforma já ajudou mais de 400 projetos imobiliários, gerenciando 77 mil contratos e movimentando R$ 600 milhões em transações.
  • Com o novo investimento, a fintech planeja aumentar sua base de clientes e melhorar a integração com sistemas de gestão empresarial (ERP).

No Brasil, o mercado imobiliário enfrenta desafios significativos em sua digitalização, com processos financeiros lentos que afetam empresas e clientes. Para enfrentar essa realidade, a fintech CUB, fundada em 2022, levantou US$ 5,5 milhões em uma rodada Série A, com o objetivo de expandir sua plataforma que automatiza cobranças e oferece antecipação de recebíveis. A rodada foi liderada pelos fundos Alexia Ventures e Upload Ventures.

A história da CUB remonta a 2018, quando Leonardo Gasparin e Thais Matoszko fundaram a startup 1m2, com a intenção de digitalizar a compra e venda de terrenos. No entanto, a 1m2 não obteve o sucesso esperado, especialmente durante a pandemia. Essa experiência revelou a necessidade de inovação e transparência no setor imobiliário. Após a venda da 1m2, Gasparin e Matoszko se uniram a Fábio Coutinho e Lucas Zago para criar a CUB.

A plataforma da CUB visa resolver problemas como a cobrança, a conciliação bancária e a análise de dados financeiros. Com o CUB Capital, as empresas podem antecipar recebíveis, permitindo que loteadoras desbloqueiem capital para novos projetos. Até agora, a fintech já ajudou mais de 400 projetos imobiliários, gerenciando 77 mil contratos e movimentando R$ 600 milhões em transações.

Com o novo aporte, a CUB planeja aumentar sua base de clientes e melhorar a integração com sistemas ERP. A fintech também pretende expandir o CUB Capital, facilitando o acesso ao crédito para loteadoras e incorporadoras. Gasparin destaca que o investimento permitirá fortalecer a presença em mercados estratégicos e desenvolver novas ferramentas financeiras, como monitoramento de recebíveis e governança.

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