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Investidores ampliam posição em ação beneficiada por negociações comerciais de Trump

Cramer aposta na Boeing em meio a expectativas de novos pedidos, especialmente da China, após negociações entre Trump e Xi Jinping

Foto: Reprodução
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  • Jim Cramer, apresentador da CNBC, comprou 110 ações da Boeing a $217, aumentando sua participação para 350 ações, representando 2% do portfólio.
  • A decisão ocorre após uma queda de quase 10% nas ações da Boeing em relação aos máximos recentes.
  • Cramer destacou o aumento nos pedidos da Boeing, impulsionado por acordos comerciais do governo dos EUA, especialmente durante a administração de Donald Trump.
  • A empresa recebeu pedidos de companhias aéreas de várias regiões, incluindo Reino Unido, Oriente Médio, Japão e Coreia do Sul, com um pedido significativo da China aguardando, estimado em até 500 aeronaves.
  • A compra foi realizada antes de uma conversa entre Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, que pode influenciar novos pedidos à Boeing.

Jim Cramer, apresentador da CNBC, anunciou a compra de 110 ações da Boeing a $217, aumentando a participação de seu fundo para 350 ações, o que representa 2% do portfólio. Essa decisão ocorre em um momento em que as ações da fabricante de aeronaves caíram quase 10% em relação aos seus recentes máximos.

Cramer destacou que a Boeing está se beneficiando de um aumento significativo nos pedidos, impulsionado por acordos comerciais estabelecidos pelo governo dos EUA, especialmente durante a administração de Donald Trump. O CEO da Boeing, Kelly Ortberg, tem promovido melhorias nos resultados operacionais, com maior previsibilidade nas entregas e produção mensal.

Além disso, a empresa tem trabalhado para fortalecer seu balanço patrimonial. Recentemente, a Boeing recebeu pedidos de companhias aéreas de diversas regiões, incluindo Reino Unido, Oriente Médio, Emirados Árabes Unidos, Japão e Coreia do Sul. Um pedido aguardado da China pode ser particularmente significativo, com estimativas de até 500 aeronaves.

Cramer fez a compra das ações antes de uma conversa entre Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, que, embora focada em outros assuntos, pode influenciar a decisão da China sobre novos pedidos à Boeing. A expectativa é que essa negociação traga resultados positivos para a fabricante.

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