- A fintech londrina Revolut anunciou um plano de expansão global com investimento de £10 bilhões (R$ 69,42 bilhões) para atingir 100 países e 100 milhões de clientes até 2030.
- A empresa espera gerar mais de £4 bilhões (R$ 21,36 bilhões) em receita em 2025 e investir US$ 4 bilhões (R$ 21,36 bilhões) no Reino Unido, criando 1.000 empregos.
- A Revolut planeja abrir filiais na Europa, incluindo Portugal e Bélgica, e solicitar uma licença bancária na França. Na Ásia, a empresa prepara-se para lançar na Índia e busca mais licenças na Austrália e na Nova Zelândia.
- A América Latina também é alvo da expansão da Revolut, com abertura de um banco no México e planos para a Colômbia e a Argentina.
- Para o CEO Nikolay Storonsky, a missão da empresa é simplificar o dinheiro para os clientes, com a visão de se tornar o primeiro banco verdadeiramente global.
A fintech londrina Revolut, que já atua no Brasil desde 2023, anunciou um plano ambicioso de expansão global. A empresa pretende investir £10 bilhões (R$ 69,42 bilhões) para expandir suas operações para 100 países e alcançar 100 milhões de clientes até o final da década. Essa ambição global é um reflexo da visão de seus fundadores, que desde o início buscaram criar um banco verdadeiramente global.
A Revolut espera gerar mais de £4 bilhões (R$ 21,36 bilhões) em receita em 2025. A empresa também planeja investir US$ 4 bilhões (R$ 21,36 bilhões) no Reino Unido, criando 1.000 empregos. Essas iniciativas são parte de um movimento mais amplo de investimentos em tecnologia financeira no país, que inclui gigantes como Blackstone, BlackRock e PayPal.
Expansão Global
A Revolut tem planos devastadores para o futuro. Até meados de 2027, a empresa pretende atingir 100 milhões de clientes. Até 2030, a Revolut planeja adicionar mais de 30 novos mercados às suas operações globais. Na Europa, a fintech abrirá filiais em Portugal e na Bélgica, além de solicitar uma licença bancária na França. Na Ásia, a Revolut está preparando o lançamento na Índia e busca mais licenças na Austrália e na Nova Zelândia.
América Latina
A América Latina também está no radar da Revolut. A empresa abrirá um banco no México no início do próximo ano, antes de avançar para a Colômbia e a Argentina. Essa expansão é um passo significativo para a empresa, que já estabeleceu um centro tecnológico global nas Filipinas.
Visão de Futuro
Para o CEO Nikolay Storonsky, tudo isso se encaixa em uma missão que se mantém consistente desde os primeiros dias da empresa. “Nossa missão sempre foi simplificar o dinheiro para nossos clientes”, afirmou. “E nossa visão de nos tornarmos o primeiro banco verdadeiramente global do mundo é a expressão máxima disso.” Com esses investimentos e planos de expansão, a Revolut está se posicionando para liderar a próxima era da tecnologia financeira global.
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