- O Banco Inter, agora chamado Inter&Co, se transformou em um banco digital em 2015, visando democratizar serviços financeiros e já conta com mais de 40 milhões de clientes.
- Em entrevista, o CEO João Vitor Menin anunciou a fase do “terceiro ato”, que foca na expansão global e diversificação de serviços, já consolidada nos Estados Unidos e recentemente na Argentina.
- A estratégia inclui a oferta de seguros, consórcios e serviços de câmbio, com ênfase na cultura organizacional e adaptação tecnológica como chaves para o crescimento.
- Menin acredita que a lentidão da indústria bancária é cultural e destaca que a tecnologia deve ser acessível e inovadora, citando o PIX como um exemplo de sucesso nas transações financeiras.
- O futuro do Inter&Co envolve continuar a expansão e inovação, priorizando o valor agregado aos clientes e explorando novas oportunidades fora do setor financeiro.
A transformação do Banco Inter em Inter&Co marca um importante passo na trajetória da instituição, que se tornou um banco digital em 2015. Com o objetivo de democratizar serviços financeiros, a empresa já conquistou mais de 40 milhões de clientes. Em entrevista, o CEO João Vitor Menin anunciou a fase do “terceiro ato”, focando na expansão global e na diversificação de serviços.
Esse novo ciclo já está consolidado nos Estados Unidos e, mais recentemente, na Argentina. Menin destaca que a estratégia envolve não apenas a internacionalização, mas também a diversificação do portfólio, que inclui seguros, consórcios e serviços de câmbio. O CEO enfatiza que a chave para o crescimento não está em grandes investimentos, mas na cultura organizacional e na adaptação tecnológica.
A Cultura como Diferencial
Menin acredita que a lentidão da indústria bancária é cultural, não tecnológica. Para ele, a resistência em adotar novas práticas é um obstáculo significativo. O CEO afirma que “tecnologia só é boa quando é barata”, reforçando a importância de acessibilidade e inovação. O uso de tecnologias como o PIX revolucionou as transações financeiras, permitindo que o Inter se destacasse no mercado.
A adaptabilidade tecnológica é vista como um diferencial crucial. Menin menciona que, ao se tornarem digitais, a empresa tomou uma decisão ousada que exigiu coragem. O foco agora é criar um ecossistema abrangente que atenda às necessidades dos clientes, independentemente de suas localizações ou desafios econômicos.
O Futuro do Inter&Co
O quarto ato da empresa, segundo Menin, será continuar a expansão e a inovação, sempre priorizando o valor agregado aos clientes. Ele vislumbra um futuro onde a empresa possa explorar novos horizontes, talvez até fora do setor financeiro. Essa visão ambiciosa reflete a determinação do Inter em se manter à frente em um mercado em constante evolução, utilizando a tecnologia como aliada para enfrentar adversidades e criar novas oportunidades de crescimento.
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