- Ibovespa fechou em queda de 1,57% aos 141.356,43 pontos nesta terça-feira, 7 de outubro, com mínima de 141.035,06 e máxima de 143.606,01, pressionado por receios fiscais e ambiente externo desfavorável.
- MRV&Co liderou as perdas, com queda superior a 12% após divulgação do terceiro trimestre que não atendeu às expectativas de fluxo de caixa.
- Principais índices de Wall Street fecharam em baixa, S&P 500 caiu 0,38% e Nasdaq caiu 0,68%; a falta de dados econômicos devido à paralisação do governo dos EUA elevou a cautela do mercado.
- Dólar avançou 0,75%, encerrando em R$ 5,35, com incertezas fiscais e políticas em várias economias e comentário de Bruno Shahini sobre o aumento de risco no Brasil.
- Volume financeiro na B3 ficou em R$ 19,57 bilhões antes dos ajustes finais, em dia de aversão ao risco.
O Ibovespa encerrou o dia em queda de 1,57%, atingindo 141.356,43 pontos nesta terça-feira, 7 de outubro. O índice, que chegou a marcar 141.035,06 pontos na mínima e 143.606,01 na máxima, foi impactado por receios fiscais e um cenário externo desfavorável. A MRV&Co foi a principal responsável pelas perdas, com uma desvalorização superior a 12%, após divulgar resultados do terceiro trimestre que não atenderam às expectativas de fluxo de caixa.
A pressão sobre o mercado financeiro brasileiro foi exacerbada por um ambiente internacional de incertezas. Os principais índices de Wall Street também fecharam em baixa, com o S&P 500 recuando 0,38% e o Nasdaq caindo 0,68%. A falta de dados econômicos devido à paralisação do governo americano deixou os investidores cautelosos, em busca de informações que pudessem esclarecer a fraqueza econômica e a política monetária.
Cenário do Câmbio
No mercado de câmbio, o dólar apresentou alta de 0,75%, fechando a R$ 5,35. A valorização da moeda americana foi impulsionada por incertezas fiscais e políticas em diversas economias, incluindo a França e o Japão. Bruno Shahini, especialista da Nomad, destacou que, no Brasil, a incerteza em torno de discussões fiscais, como a proposta de aumento do IOF, elevou a percepção de risco entre os investidores, resultando em uma queda na bolsa e um aumento nos juros.
O volume financeiro na B3 foi de R$ 19,57 bilhões antes dos ajustes finais, refletindo um dia de vendas em meio a um clima de aversão ao risco. A situação global, combinada com as tensões locais, continua a moldar o comportamento do mercado, exigindo atenção dos investidores.
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