- Pietro Mendes, diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), afirmou que a substituição do diesel é o maior desafio da transição energética no Brasil, em evento realizado em 9 de outubro de 2025.
- A frota de veículos pesados é muito antiga e a falta de recursos impede um programa robusto de renovação, segundo Mendes.
- A utilização de biocombustíveis deve ser a principal estratégia para a descarbonização do transporte de cargas e de passageiros.
- Mendes citou a lei do “combustível do futuro” como marco para promover mobilidade sustentável e de baixo carbono.
- Mesmo com as dificuldades, ele sustenta que biocombustíveis podem modernizar o setor, estimular inovação e acelerar a transição energética.
O Brasil enfrenta um desafio significativo na transição energética, especialmente no setor de transportes. Pietro Mendes, diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), destacou que a substituição do diesel é o maior obstáculo nesse processo. Mendes fez suas declarações em um evento realizado na quinta-feira, 9 de outubro de 2025.
A frota de veículos pesados no país é considerada muito antiga, o que dificulta a adoção de alternativas mais sustentáveis. Além disso, a falta de recursos orçamentários impede a implementação de um programa robusto de renovação de frotas. Mendes enfatizou que a utilização de biocombustíveis deve ser a principal estratégia para a descarbonização do transporte de cargas e passageiros.
Desafios e Oportunidades
O diretor da ANP, que já ocupou o cargo de secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis no Ministério de Minas e Energia, também mencionou a importância de marcos legais recentes. Ele citou a lei do “combustível do futuro”, que visa promover a mobilidade sustentável e de baixo carbono. Essa legislação é um passo crucial para apoiar a transição energética no Brasil.
Mendes acredita que, apesar das dificuldades, a adoção de biocombustíveis pode ser uma solução viável para modernizar o setor de transporte. Essa mudança não apenas ajudaria na redução das emissões de gases poluentes, mas também poderia estimular a inovação e o desenvolvimento de novas tecnologias no país. O diretor reafirma que o Brasil precisa avançar rapidamente para enfrentar esses desafios e garantir um futuro energético mais sustentável.
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