- A taxa de desemprego caiu para 5,6% no trimestre encerrado em setembro, conforme dados da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) divulgados pelo IBGE. É o menor índice da série histórica iniciada em dois mil e doze, com queda de 0,2 ponto percentual frente ao trimestre anterior e de 0,8 ponto percentual em relação ao mesmo período de dois mil e vinte quatro.
- O número de desocupados somou 6,045 milhões, mostrando redução de 11,8% na comparação com o ano anterior e queda de 3,3% frente ao trimestre anterior.
- O contingente de pessoas empregadas com carteira assinada chegou a 39,229 milhões, atingindo novo recorde.
- A taxa de subutilização ficou em 13,9%, menor patamar na série histórica. Foram 4,535 milhões de subocupados por insuficiência de horas trabalhadas (menor desde abril de dois mil e dezesseis) e a força de trabalho potencial chegou a 5,2 milhões (menor desde dezembro de dois mil e quinze).
- A população desalentada caiu para 2,637 milhões, diferença expressiva frente ao pico de 5,829 milhões registrado entre janeiro e março de dois mil e vinte e um.
A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,6% no trimestre encerrado em setembro, conforme dados da PNAD Contínua divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira (31). Este é o menor índice desde o início da série histórica, em 2012. A queda foi de 0,2 ponto percentual em relação ao trimestre anterior e de 0,8 ponto percentual comparado ao mesmo período de 2024.
No total, 6,045 milhões de pessoas estão desocupadas, o que representa uma redução de 11,8% em relação ao ano passado e uma diminuição de 3,3% na comparação trimestral. O número de pessoas empregadas com carteira assinada também atingiu um novo recorde, totalizando 39,229 milhões.
Subutilização do Trabalho
A taxa de subutilização no Brasil, que inclui trabalhadores desocupados e subocupados, caiu para 13,9%, o menor patamar da série histórica. O número de subocupados por insuficiência de horas trabalhadas foi de 4,535 milhões, o que representa a menor quantia desde abril de 2016. A força de trabalho potencial também apresentou queda, chegando a 5,2 milhões, o menor nível desde dezembro de 2015.
A população desalentada, que não procura mais emprego devido à falta de oportunidades, caiu para 2,637 milhões, uma redução significativa em relação ao pico de 5,829 milhões registrado entre janeiro e março de 2021. Esses dados refletem uma trajetória de recuperação do mercado de trabalho brasileiro, que vinha enfrentando desafios desde 2012.
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