- Fundo Tropical das Florestas (TFFF) será apresentado na COP30 e visa arrecadar US$ 125 bilhões para a conservação de florestas tropicais.
- A divisão de recursos prevê 20% de governos soberanos e 80% de capital privado; meta de US$ 10 bilhões no primeiro ano, com apoio de países, fundações e empresas.
- O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a adesão de países do G20 é crucial para remunerar nações com florestas tropicais endividadas; o TFFF deve apoiar essas iniciativas.
- Haddad disse que, se o Brasil arrecadar US$ 10 bilhões de recursos públicos até o final de 2024, será um grande avanço; objetivo final é US$ 125 bilhões, com US$ 25 bilhões de soberanos e US$ 100 bilhões de capital privado.
- Além do TFFF, há a coalizão do mercado de carbono; o ministro acredita que o TFFF está mais preparado para se concretizar e gerar resultados.
O Fundo Tropical das Florestas (TFFF), que será apresentado na COP30, visa arrecadar US$ 125 bilhões para a conservação de florestas tropicais. O plano prevê que 20% do total venha de governos soberanos e 80% de capital privado. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, revelou que a meta inicial é captar US$ 10 bilhões no primeiro ano, com apoio de países, fundações e empresas.
Haddad destacou que, para atingir essa meta, a adesão de alguns países do G20 seria crucial, principalmente para apoiar na remuneração de nações que mantêm florestas tropicais, muitas vezes endividadas. Ele enfatizou que o TFFF servirá como suporte para essas iniciativas, permitindo que países em desenvolvimento tenham recursos para preservar suas florestas.
O ministro expressou otimismo em relação à proposta, considerando-a ambiciosa, mas viável. Ele acredita que, se o Brasil conseguir arrecadar US$ 10 bilhões de recursos públicos até o final de 2024, será um grande avanço. O objetivo final é reunir US$ 125 bilhões, com US$ 25 bilhões provenientes de países soberanos e US$ 100 bilhões de capital privado.
Expectativas para o Futuro
Haddad mencionou que, além do TFFF, há outras iniciativas, como a coalizão do mercado de carbono, que demandarão complexidade na implementação. No entanto, ele acredita que o TFFF está mais preparado para se concretizar e gerar resultados positivos.
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