- Petrobras reportou lucro líquido de US$ 6,03 bilhões no terceiro trimestre de 2025 (aproximadamente R$ 32,28 bilhões), avanço de 2,7% versus igual período de 2024, conforme divulgação em 6 de novembro.
- O EBITDA ficou em US$ 11,73 bilhões; a produção média foi de 2,52 milhões de barris por dia e as exportações alcançaram 814 mil bpd, recordes para o período.
- O preço do Brent ficou em US$ 69,07 por barril; a queda no preço não impediu o desempenho positivo, com ganhos de eficiência e aumento da produção no pré-sal.
- Dividendos: a empresa anunciaram pagamento de R$ 12,16 bilhões aos acionistas em duas parcelas, previstas para fevereiro e março de 2026.
- FPSO Almirante Tamandaré teve produção supervisorada acima da capacidade nominal, atingindo 225 mil bpd em agosto e 270 mil bpd em outubro, com menos paradas e avanços operacionais.
A Petrobras anunciou um lucro líquido de US$ 6,03 bilhões (aproximadamente R$ 32,28 bilhões) no terceiro trimestre de 2025, marcando um crescimento de 2,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado, divulgado em 6 de novembro, ocorre em meio a uma queda no preço do petróleo, mas é impulsionado por um aumento na produção do pré-sal e recordes de exportação.
No período, a empresa registrou um EBITDA de US$ 11,73 bilhões e uma produção média de 2,52 milhões de barris por dia (bpd). As exportações de petróleo atingiram 814 mil bpd, um aumento de 36,1% em comparação com o terceiro trimestre de 2024. O diretor financeiro, Fernando Melgarejo, destacou que a companhia conseguiu compensar a queda do preço do petróleo Brent, que ficou em US$ 69,07 por barril, com um aumento na eficiência operacional.
Dividendos e Investimentos
A Petrobras também anunciou o pagamento de R$ 12,16 bilhões em dividendos aos acionistas, que serão distribuídos em duas parcelas em fevereiro e março de 2026. Este pagamento reflete a saúde financeira da empresa, que continua a se expandir no setor de petróleo.
A produção do FPSO Almirante Tamandaré, a maior plataforma da empresa, superou a capacidade nominal, alcançando 225 mil bpd em agosto e um recorde de 270 mil bpd em outubro, antes do previsto. O aumento na produção foi possível devido a um menor número de paradas programadas e ao avanço operacional de novas plataformas.
Com esses resultados, a Petrobras mantém seu foco no crescimento da produção no pré-sal e na melhoria da eficiência, consolidando-se como uma das principais empresas do setor energético no Brasil.
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