- Ibovespa fechou em 153.339 pontos na quinta-feira, 6 de novembro, com a 12ª alta consecutiva; intraday chegou a 154.354 pontos, e houve alta de 0,03% em relação ao dia anterior, sustentada por expectativas de melhora nas relações Brasil-EUA e cenário positivo para 2026.
- Nos quatro primeiros pregões de novembro, o índice subiu 2,5%; outubro havia registrado alta de 2,3%. O ganho no ano chega a 27,5%, enquanto a moeda brasileira acumula valorização de 47,7% ante o dólar.
- O Comitê de Política Monetária adotou tom austero, descartando cortes na Selic em dezembro.
- O mercado aposta em resultados empresariais positivos, com inflação mais baixa em 2026, o que tem elevado as projeções de dividendos e mantido o otimismo dos investidores.
- Mesmo com leve queda no pré-mercado dos contratos futuros dos principais índices americanos, o cenário local segue centrado na expectativa de crescimento e na continuidade da valorização do Ibovespa, independentemente de fatores externos.
O Ibovespa fechou em 153.339 pontos na última quinta-feira, 6 de novembro, marcando a 12ª alta consecutiva e superando a marca de 154 mil pontos durante o pregão. Essa valorização, que representa um aumento de 0,03% em relação ao dia anterior, é impulsionada pelas expectativas de melhoria nas relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos, além de um cenário mais otimista para a economia brasileira em 2026.
Nos quatro primeiros pregões de novembro, o índice acumulou uma alta de 2,5%, superando os 2,3% registrados em outubro. A valorização do Ibovespa neste ano já chega a 27,5%, sendo ainda mais expressiva com a apreciação do real em relação ao dólar, que resulta em um ganho de 47,7% na moeda americana. Apesar de um comunicado austero do Comitê de Política Monetária (Copom), que praticamente descartou cortes na Selic em dezembro, os investidores mantêm um otimismo inabalável.
Expectativas do Mercado
A confiança dos investidores é alimentada pela expectativa de resultados positivos das empresas brasileiras, que devem se beneficiar de uma economia aquecida e de uma inflação mais baixa em 2026. Essa projeção de bons dividendos tem levado os investidores a corrigirem suas expectativas para cima, resultando em uma valorização contínua das ações.
Embora os contratos futuros dos principais índices americanos indiquem uma leve queda no pré-mercado, o cenário local parece ignorar possíveis realizações de lucros. O mercado brasileiro segue focado nas expectativas de crescimento, com a possibilidade de que a trajetória de alta do Ibovespa continue, independentemente de fatores adversos no cenário econômico global.
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