- O apagão de vinte e oito de abril levou o Banco de Portugal a avaliar sua capacidade de fornecer numerário, com foco no centro de distribuição em Carregado.
- A análise mostrou que no principal centro de distribuição as operações de levantamento e depósito ocorreram sem interrupções durante a crise.
- Após o apagão, houve aumento significativo nos levantamentos, indicando demanda elevada por numerário.
- O relatório, publicado no Boletim Notas e Moedas, enfatiza a importância da continuidade dos serviços financeiros em emergências e o planejamento para manter a distribuição estável.
O apagão ocorrido em 28 de abril levou o Banco de Portugal (BdP) a avaliar sua capacidade de resposta como fornecedor de numerário. A análise focou no centro de distribuição de numerário localizado em Carregado, que se mostrou resiliente durante a crise.
O BdP constatou que, no principal centro de distribuição, as operações de levantamento e depósito ocorreram sem interrupções. Essa eficiência foi crucial, especialmente em um momento em que a população buscava maior acesso a dinheiro em espécie. Após o apagão, houve um aumento significativo nos levantamentos, indicando uma demanda elevada por numerário.
Além disso, a análise do BdP, publicada no Boletim Notas e Moedas, destaca a importância da continuidade dos serviços financeiros em situações de emergência. O desempenho do centro de Carregado reflete um planejamento eficaz para garantir a operação ininterrupta, mesmo diante de imprevistos.
O aumento nos levantamentos de dinheiro após o apagão sugere que, em momentos de incerteza, as pessoas tendem a buscar segurança em ativos tangíveis. O BdP reafirma seu compromisso em assegurar que a distribuição de numerário permaneça estável e confiável, mesmo em situações adversas.
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