- O mercado de telecomunicações no Brasil deve atingir R$ 250,8 bilhões de consumo até o fim de 2025, com alta de 11,1% ante 2024, segundo a pesquisa IPC Maps.
- Dentre as despesas, R$ 152,1 bilhões serão destinados a celulares e acessórios (60,6% do total); pacotes de serviços somam R$ 103 bilhões.
- Desigualdade regional persiste: São Paulo tem maior consumo, R$ 76,5 bilhões por ano, seguido por Rio de Janeiro (R$ 30,2 bilhões), Minas Gerais (R$ 25,4 bilhões) e Rio Grande do Sul (R$ 16,6 bilhões); Roraima e Amapá ficam abaixo de R$ 500 milhões.
- O número de empresas cresceu de forma modesta: 2.375 novas unidades entre 2024 e 2025, totalizando 67.623 negócios ativos; Empresas de Pequeno Porte (EPPs) avançaram 12,6%, enquanto Microempreendedores Individuais (MEIs) somam 31.998 CNPJs ativos, com alta de 1,3%.
- Entre as categorias, telefone fixo teve o maior crescimento proporcional (10,17%), seguido por pacotes de telefone, TV e internet (10,10%) e celulares e acessórios (11,50%).
O mercado de telecomunicações no Brasil deve atingir R$ 250,8 bilhões em consumo até o final de 2025, conforme dados da pesquisa IPC Maps. Este montante representa um crescimento de 11,1% em relação a 2024 e inclui despesas com celulares, serviços de telefonia e pacotes de TV e internet.
Dentre esses gastos, R$ 152,1 bilhões serão direcionados para celulares e acessórios, o que equivale a 60,6% do total. A telefonia móvel continua a ser o principal motor do setor, enquanto pacotes integrados de serviços, como telefone fixo e internet, somarão R$ 103 bilhões.
Desigualdade Regional
A pesquisa também revela uma desigualdade significativa no consumo de telecomunicações entre as diferentes regiões do Brasil. São Paulo lidera com um potencial de R$ 76,5 bilhões anuais, seguido pelo Rio de Janeiro com R$ 30,2 bilhões, Minas Gerais com R$ 25,4 bilhões e Rio Grande do Sul com R$ 16,6 bilhões. Em contrapartida, estados como Roraima e Amapá apresentam consumos abaixo de R$ 500 milhões.
Crescimento do Setor
Apesar do aumento na demanda, o número de empresas de telecomunicações cresceu de forma modesta. Entre 2024 e 2025, foram abertas apenas 2.375 novas unidades, resultando em um total de 67.623 negócios ativos no país. O destaque foi para as Empresas de Pequeno Porte (EPPs), que apresentaram um crescimento de 12,6%. Os Microempreendedores Individuais (MEIs) continuam a dominar o setor, totalizando 31.998 CNPJs ativos, embora com um aumento mais discreto de 1,3%.
O levantamento ainda aponta que a categoria que teve o maior crescimento proporcional foi a de telefone fixo, com 10,17% de aumento em comparação ao ano anterior, seguida por pacotes de telefone, TV e internet, com 10,10%, e celulares e acessórios, que cresceram 11,50%.
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