- O rali de Natal é observado no mercado brasileiro, com o Ibovespa próximo de cento e sessenta mil pontos desde o dia dois de dezembro, após a queda a cento e cinquenta mil em novembro.
- Em dois mil e vinte e cinco, o ambiente atual é considerado mais favorável: inflação abaixo do esperado, câmbio estável e projeção de início de cortes de juros em dois mil e vinte e seis.
- Há estimativas de que o Ibovespa chegará entre cento e sessenta e cinco mil e cento e sessenta e sete mil pontos até trinta e um de dezembro, dependendo de fluxos de gestores, liquidez e cenários macro.
- Especialistas destacam que o rali depende de fluxo de institucionais e fundos multimercados, bem como da liquidez disponível e da condução de fatores macro como inflação, juros e câmbio.
- Apesar das perspectivas positivas, o rali não é garantido; o cenário internacional e a volatilidade podem impedir o movimento, segundo analistas.
O rali de Natal volta a surgir como tema para o mercado brasileiro. O Ibovespa flertou com 150 mil pontos em novembro e passou a testar a casa dos 160 mil em dezembro, num noticiário de fim de ano marcado por liquidez mais baixa e ajustes de fechamento.
Gestores destacam que o mês costuma ter aporte de recursos e realocações de carteiras. A liquidez reduzida amplifica variações, e a visão de ganhos pode ganhar impulso com bônus, PLR e fluxos de captação típicos de dezembro.
Para 2025, o cenário se mostra mais favorável: inflação abaixo do esperado, câmbio estável e sinais de cortes de juros em 2026. Analistas estimam que o Ibovespa pode variar entre 165 mil e 167 mil pontos até 31 de dezembro.
A probabilidade de sucesso do rali fica condicionada a fatores externos e internos. Fluxo de gestoras, utilizações de liquidez e o ambiente macro pesam mais que o calendário, segundo especialistas ouvidos pelo mercado.
Entre os pontos de atenção, há incertezas globais que podem frear o movimento. Mesmo com expectativas de juros menores, choques externos ou mudanças políticas podem alterar a leitura para dezembro.
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