- Os juros futuros subiram na manhã desta terça, com o DI para jan/2027 em 13,665%, jan/2029 em 13,065% e jan/2031 em 13,380%.
- A ata do Copom dividiu leituras: cortes na Selic em janeiro de 2025 foram cancelados/confirmados conforme interpretações neutras, com possível corte apenas em abril.
- A Warren Investimentos viu a ata como dura, reduzindo a chance de cortes em janeiro; a Ativa Investimentos viu tom neutro, mantendo cenário de redução apenas em abril; o BGC Liquidez aponta para início de cortes já em janeiro.
- A atividade econômica brasileira caiu 0,2% em outubro.
- Greve dos trabalhadores da Petrobras teve adesão da FUP em refinarias e terminais, mas a Petrobras informou que a produção está garantida.
O DI futuro da primeira metade de 2027 atingiu 13,665% nesta terça-feira, 16, após ajuste anterior, conforme dados divulgados pela mesa de operações. Os vencimentos de jan/2029 e jan/2031 também subiram, para 13,065% e 13,380%, respectivamente. A movimentação ocorre em linha com a correção do dólar e de outros juros no mercado.
A ata do Copom dividiu opiniões entre traders e gestores. Parte viu cortes em jan/2025 cancelados ou confirmados por leituras neutras; o caminho para redução partiria apenas de abr. Outros entenderam que a ata sinaliza possibilidade de queda ainda no primeiro semestre.
A atividade econômica retraiu 0,2% em outubro, conforme dados divulgados na sessão desta manhã. Paralelamente, a greve nacional dos trabalhadores da Petrobras, iniciada após a rejeição da proposta do ACT, afeta operações e produção, com a FUP confirmando adesão em refinarias e terminais. A Petrobras assegura continuidade da produção.
Cenário: juros, produção e impactos operacionais
Nova leitura de curto prazo aponta que o DI de jan/2025 permanece sob revisão, com o mercado avaliando o timing de cortes. Já a visão de cenários diverge entre casas e gestores, influenciando a direção da curva ao longo do dia. As informações são de Estadão Conteúdo, com atualização de economia.
Diversos agentes ressaltam que a leitura da ata favorece um aperto mais gradual, embora haja incerteza sobre o ritmo de ajuste. O mercado monitora ainda a recuperação da atividade interna e os desdobramentos da greve na Petrobras, que não é vista como interrupção total da produção.
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