- BP concordou em vender 65% da Castrol, unidade de lubrificantes avaliada em cerca de US$ 10,1 bilhões, para a gestora de investimentos estadunidense Stonepeak; a BP manterá 35% via uma joint venture, com conclusão prevista para o fim do próximo ano.
- A transação inclui a Castrol valendo US$ 10,1 bilhões, incluindo dívidas, e faz parte do plano maior de BP de vender ativos no valor de US$ 20 bilhões.
- Os US$ 6 bilhões de recursos obtidos com a venda serão usados para reduzir a dívida da BP, que estava em US$ 26,1 bilhões no último trimestre.
- Meg O’Neill assumirá o cargo de executiva-chefe interina a partir de abril, substituindo Murray Auchincloss, em meio a mudanças estratégicas sob a nova gestão da BP.
- A venda ocorre sob a supervisão do presidente Albert Manifold, com BP buscando simplificar operações, manter participação em Castrol e abrir caminho para um balanço mais forte.
BP fechou acordo para vender a Castrol, unidade de lubrificantes avaliada em cerca de US$ 10,1 bilhões com dívida, a Stonepeak, empresa de investimento dos EUA. A operação prevê a transferência de 65% da Castrol para a Stonepeak.
A BP manterá 35% da Castrol, via joint venture, e a conclusão está prevista para o fim do próximo ano. A transação integra o plano da companhia de vender US$ 20 bilhões em ativos e reduzir endividamento.
A BP pretende usar cerca de US$ 6 bilhões com a venda para pagar dívidas, que somavam US$ 26,1 bilhões ao fim do último trimestre. A direção destaca que a operação fortalece o balanço da empresa.
Albert Manifold, novo presidente da BP, supervisiona a reestruturação estratégica da petroleira. A mudança inclui reduzir complexidade e concentrar o downstream em negócios integrados de referência.
Meg O’Neill assume a liderança executiva a partir de abril, substituindo Murray Auchincloss. Carol Howle atua como CEO interina até a transição. A equipe afirma foco em tornar a BP mais simples, eficiente e lucrativa.
A Castrol atua com lubrificantes para automotivo e setores industriais, além de fluidos de resfriamento para datacenters. A BP mantém exposição ao crescimento da Castrol por meio da participação residual.
A negociação foi iniciada em fevereiro, quando a BP iniciou o processo de venda da Castrol como parte de um reposicionamento estratégico. A empresa busca maior foco em óleo e gás e cortes de custo.
A BP pode vender a participação restante após um período de lock-up de dois anos. As ações da empresa oscilaram pouco após o anúncio, com leve alta no pregão inicial.
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