- Trigo ativo na CBOT subiu 1,5 centavos, para US$ 5,17 por bushel, em posição antes das festas de fim de ano.
- Incêndio em Pivdennyi, no porto de Odesa, queimou 30 contêineres de farinha e óleo vegetal, sinalizando riscos aos fluxos de exportação.
- Soja encerrou em US$ 10,63 por bushel, queda de 1,25 centavos, com clima favorável nas lavouras brasileiras.
- Milho avançou 0,5 centavos, para US$ 4,47 por bushel, mantido pelo rali de fim de ano e cautela com compras chinesas.
- Contexto geral: tensões no Mar Negro e a guerra entre Rússia e Ucrânia influenciam o mercado, enquanto expectativa de safra recorde no Brasil e clima favorável na América do Sul amenizam pressões.
O trigo na CBOT registrou leve alta nesta terça-feira, com investidores antecipando as festas de fim de ano. O cenário de oferta global ampla manteve os preços sob controle, mesmo diante de tensões no Mar Negro.
A soja recuou levemente, enquanto o milho avançou pouco. O fechamento ocorreu no ritmo de um rali de fim de ano, ainda sob cautela com novas compras da China.
Incêndio em Pivdennyi aponta riscos aos fluxos de exportação
Um incêndio no porto de Pivdennyi, em Odesa, consumiu contêineres de farinha e óleo vegetal, segundo autoridades ucranianas. O evento evidencia vulnerabilidades na infraestrutura de exportação da região.
O trigo ativo na CBOT subiu 1,5 centavo, para US$ 5,17 por bushel, sustentado pela possibilidade de interrupções adicionais nos portos ucranianos. O comércio segue atento aos desdobramentos no conflito.
A soja fechou em US$ 10,613 por bushel, queda de 1,25 centavos, diante de clima favorável no Brasil e da cautela com as demandas chinesas. O milho registrou alta de 0,5 centavo, para US$ 4,47 por bushel.
As condições climáticas na América do Sul ajudam a sustentar expectativas de safra recorde de soja na região. Com isso, o humor do mercado permanece firme, porém contido, diante de incertezas geopolíticas.
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