- EUA possuem 328.372 BTC, avaliados em cerca de US$ 29.707 milhões, conforme Bitcoin Treasuries.
- China acumula 190.000 BTC, equivalente a aproximadamente US$ 17.189 milhões.
- Reino Unido detém 61.245 BTC, totalizando cerca de US$ 5.541 milhões.
- Venezuela aparece no ranking com 240 BTC, próximos de US$ 22 milhões.
- O preço do bitcoin ficou na faixa de US$ 85 mil a US$ 95 mil, com o câmbio total de reservas impulsionado pela saída de ETFs, que somou cerca de US$ 6 bilhões no quarto trimestre.
Os Estados Unidos, a China e o Reino Unido são os países com as maiores reservas de bitcoin no mundo, segundo a plataforma Bitcoin Treasuries. Em início de 2026, o preço da criptomoeda girava próximo de US$ 90 mil, após volatilidade recente.
Dados da plataforma indicam que, até 2 de janeiro de 2026, os estoques governamentais somavam 328.372 BTC nos EUA, 190.000 BTC na China e 61.245 BTC no Reino Unido. Ucrânia, El Salvador e Emirados Árabes compõem o top 10.
Entre julho de 2025 e dezembro de 2025, os EUA aumentaram sua posição de 198.012 BTC para 328.372 BTC. Alterações em outros países foram menos expressivas, com quedas observadas na Coreia do Norte e no Butão.
Principais detentores de bitcoin por governos
El Salvador ampliou reservas de 6.232 BTC para 7.518 BTC no período, impulsionado por movimentos de compra em novembro. O país mantém o uso de bitcoin como instrumento financeiro com nível de adoção limitado pela dependsência de condições do FMI.
A Venezuela aparece no ranking com 240 BTC, equivalente a cerca de US$ 22 milhões, mantendo o nível estável ao longo do período analisado. Finlândia também figura entre as nações com pequenas participações públicas em bitcoins.
Panorama 2026 e projeções
Analista aponta que, em 2026, a consolidação do bitcoin como infraestrutura financeira deve crescer, com utilidade em proteção contra inflação, remessas e pagamentos diários. A expectativa é de maior integração com serviços financeiros tradicionais.
Autores destacam que a política monetária dos EUA, com flexibilização esperada, pode estimular liquidez em ativos de risco e fortalecer o papel da criptomoeda como reserva de valor. Esse cenário dependerá de ciclos de mercado e regulação.
O relatório aponta ainda que o ecossistema pode ver maior adesão institucional, à medida que governos reconheçam o conteúdo regulatório das criptomoedas. O avanço dependerá de resoluções de tecnologia e confiabilidade.
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