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Conheça os 5 bairros com o metro quadrado mais caro do Brasil

Eixo Rio–São Paulo concentra os metros quadrados mais caros do Brasil, Savassi em Belo Horizonte em destaque, alta de 13,2% em 2025

Vista aérea da Praia do Arpoador, no Leblon, região com o metro quadrado mais caro do Brasil, segundo o FipeZap
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  • Em 2025, o Índice FipeZAP fechou com alta de 6,52% nos preços de venda de imóveis residenciais, acima da inflação medida pelo IPCA, que avançou 4,46% até novembro de 2025.
  • Os metros quadrados mais caros ficam no eixo Rio de Janeiro-São Paulo: Leblon, no Rio de Janeiro, a R$ 25.717; Ipanema, RJ, a R$ 25.302; Itaim Bibi, em São Paulo, a R$ 19.468; Pinheiros, SP, a R$ 18.355; e Savassi, em Belo Horizonte, a R$ 18.053.
  • Savassi teve valorização de 13,2% em 2025; Ipanema, 12,5%; Leblon, 6,6%; Itaim Bibi, 5,9%; e Pinheiros, 2,7%.
  • Balneário Camboriú (SC) lidera, entre as cidades monitoradas, com metro quadrado médio de R$ 14.906, seguido por Itapema (R$ 14.843), Vitória (ES, R$ 14.108), Itajaí (R$ 12.848) e Florianópolis (R$ 12.773).
  • O mercado residencial é visto como defensivo; o Ifix subiu cerca de 17,5% em 2025 e o Imob avançou 72%, com alta expressiva no segmento de luxo, cuja VGV vendeu cresceu mais de 90%.

O mercado imobiliário residencial brasileiro encerrou 2025 com alta de 6,52% no Índice FipeZAP, indicador que acompanha preços de venda em 56 cidades. O desempenho ficou acima da inflação oficial, medida pelo IPCA, que acumulou 4,46% até novembro, segundo o IBGE.

O levantamento destaca que, mesmo com valorização nacional moderada, um grupo de bairros nobres em capitais concentrou preços acima da média, com altas que chegaram a mais que o dobro do índice geral. O estudo é fruto da parceria entre Fipe e Grupo OLX.

Em dezembro de 2025, os bairros mais caros do país ficaram no eixo Rio de Janeiro-São Paulo, com forte presença de capitais. O método acompanha variações de venda de imóveis residenciais e aponta tendências de curto e médio prazo.

Os mais valorizados

Leblon (RJ) lidera, com preço médio de R$ 25.717 por m², seguido por Ipanema (RJ) a R$ 25.302. Itaim Bibi (SP) aparece em R$ 19.468, Pinheiros (SP) a R$ 18.355 e Savassi (BH) a R$ 18.053.

A valorização média de 2025 ficou acima da inflação em bairros como Savassi, que subiu 13,2%, destacando-se frente à média nacional. Ipanema registrou alta de 12,5% e Leblon, 6,6%, acima da média geral.

Desempenho por cidade

O levantamento aponta que todas as 56 cidades tiveram alta no ano. Em Belo Horizonte, Savassi valorizou-se 13,2%, enquanto Itaim Bibi, em São Paulo, teve alta de 5,9% e Pinheiros, 2,7%.

Balneário Camboriú (SC) manteve-se na liderança do ranking de preços médios, com R$ 14.906 por m², seguida por Itapema (SC) e Vitória (ES.)) com R$ 14.108. Itajaí (SC) e Florianópolis (SC) completam o top de valor por m².

Contexto setorial

O desempenho do setor também chamou atenção no mercado de capitais. O Ifix, que monitora fundos imobiliários, avançou cerca de 17,5% em 2025, enquanto o Imob registrou alta de 72%. O VGV do segmento de luxo subiu mais de 120%, para R$ 37,1 bilhões, e o VGV vendido cresceu quase 90%.

O texto destaca a preferência por imóveis de um dormitório entre as categorias mais valorizadas, com alta de 8,05% e preço médio por m² de R$ 11.669. O desempenho de 2025 reforça o papel do mercado imobiliário como alternativa de investimento.

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