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Telefonia fixa entra em nova fase com fim dos cabos de cobre

Com a mudança regulatória, a telefonia fixa deixa o cobre e migra para VoIP via fibra, exigindo atenção dos consumidores às novas tarifas e planos

Vivo prepara migração do serviço de telefonia fixa e discute transição com o Procon-SP
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  • A telefonia fixa está migrando dos cabos de cobre para tecnologia via internet, com fim gradual das redes em cobre no Brasil.
  • A mudança decorre de nova regulação que substitui o regime de concessão pelo de autorização, alterando a oferta de serviços de voz.
  • O serviço passa a funcionar por VoIP e outras soluções digitais, principalmente em redes de fibra óptica, onde houver conectividade.
  • Consumidores devem acompanhar propostas de migração, pois contratos, faturas e pacotes passam a refletir novos modelos comerciais de voz, internet e TV.
  • Órgãos como o Procon orientam atenção especial durante a transição, que envolve comunicação sobre a troca de tecnologia e possíveis variações de preços e serviços.

A telefonia fixa brasileira entra em uma nova fase, com o encerramento gradual dos cabos de cobre. A mudança decorre de uma alteração regulatória que substitui o regime de concessão pelo de autorização, alterando a oferta de serviços de voz.

Onde houver conectividade de internet, a voz passa a ser prestada por meio de tecnologias via internet, principalmente VoIP, com suporte de redes de fibra óptica. Em áreas sem internet, o serviço pode permanecer em funcionamento.

Consumidores devem acompanhar propostas de migração apresentadas pelas operadoras, pois contratos, faturas e pacotes passam a refletir modelos comerciais diferentes, combinando voz, internet e TV.

Nova regulação do setor

As concessões de telefonia fixa eram contratos de serviço público com tarifas reguladas e metas de qualidade. Com o fim das concessões, as empresas passam a atuar sob autorização, ganhando flexibilidade tarifária.

A mudança envolve menos obrigações regulatórias para as operadoras e a retirada da exigência de manter redes legadas, como cobre e telefones públicos. Investimentos passam a priorizar infraestrutura de fibra.

Impacto direto no consumidor

Durante a transição, a comunicação sobre a troca tecnológica precisa ocorrer sem interrupção dos serviços. A migração deve manter a continuidade contratual dos planos.

As novas cobranças exigem leitura cuidadosa de propostas, pois planos podem incluir ou excluir serviços de conectividade, alterando valores e condições de uso frente aos contratos anteriores.

Pontos de atenção regulatória

Órgãos de defesa do consumidor monitoram o setor, especialmente em áreas remotas e na continuidade do serviço de voz para quem ainda depende dele. Também é observado o risco de reajustes de preços.

A telefonia fixa permanece presente em parte dos domicílios, com a transição acompanhada pela fiscalização de autoridades e pelo mercado para evitar impactos negativos aos usuários.

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