- O open interest do bitcoin caiu 31% desde o pico de 2025, ficando em torno de US$ 10 bilhões, o que analistas veem como possível piso que pode levar a uma quebra para US$ 105 mil.
- A fase de deleveraging, impulsionada por liquidações maciças, empurrou o OI abaixo da média móvel de 180 dias, com o volume à vista próximo de US$ 60 bilhões.
- O bitcoin subiu cerca de 3% nas últimas 24 horas, mantendo-se acima de US$ 95 mil, com força observada tanto em mercados futuros quanto à vista.
- O índice de posicionamento em futuros rompeu acima de 3 pela primeira vez desde outubro, com o OI total em US$ 12,18 bilhões e o preço em US$ 95.358.
- A resistência em US$ 105 mil é vista como crucial para a possível retomada rumo a novos patamares, em meio a sinais de compressão de volatilidade que costumam preceder grandes movimentos.
Bitcoin abriu a semana com queda de 31% no open interest desde o pico de 2025, que caiu para cerca de US$ 10 bilhões. Analistas veem esse recuo como formação de fundo que pode sustentar um rompimento rumo a US$ 105 mil, apoiado por reposicionamento altista.
A recente fase de deleveraging, acelerada por grandes liquidações, empurrou o OI para abaixo da média móvel de 180 dias. Enquanto isso, a atividade de negociação permanece elevada, com o volume à vista próximo de US$ 60 bilhões.
A análise on‑chain aponta 2025 como ano de especulação elevada, com volumes de futuros na Binance sozinhos ultrapassando US$ 25 trilhões. O Bitcoin atingiu pico histórico de OI acima de US$ 15 bilhões em 6 de outubro, próximo ao triplo do recorde de 2021.
Fundamento da recuperação
A queda recente ocorreu após o crash de 10 de outubro, que desencadeou um intenso processo de deleveraging. Segundo Darkorst, o OI caiu abaixo da média móvel de 180 dias, sinalizando ajuste de posições.
O momento atual tem ajudado a formação de base para uma eventual recuperação. Em 24 horas, a BTC registrou ganho de cerca de 3%, sustentando-se acima de US$ 95 mil e mostrando força tanto no mercado à vista quanto nos derivativos.
Perspectivas e cenários
O analista Axel destacou a mudança de posicionamento no mercado futuro, com um índice composto subindo acima de 3 pela primeira vez desde outubro. O indicador acompanha OI, taxas de funding e relações long/short.
Com o preço em ascensão, a resistência em torno de US$ 105 mil passa a ser o gatilho para uma possível nova tentativa de rompimento, que poderia levar a patamares próximos de US$ 120 mil caso o momentum se sustente.
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