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Família Santo Domingo, bilionária, aposta em SAF para comprar o Santos

Família Santo Domingo avalia investir no Santos FC via SAF, conectando capital colombiano a um clube tradicional brasileiro

Andres Santo Domingo, Beatriz Dávila de Santo Domingo e Alejandro Santo Domingo, os bilionários de olho no Santos
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  • A família Santo Domingo avalia entrar no futebol brasileiro ao comprar o Santos FC por meio da Sociedade Anônima do Futebol (SAF).
  • Beatriz Dávila de Santo Domingo é a mulher mais rica da Colômbia, com US$ 4,4 bilhões; Alejandro Santo Domingo tem US$ 3,3 bilhões e Andres Santo Domingo, US$ 1,8 bilhão. Vera Rechulski Santo Domingo soma US$ 1,3 bilhão.
  • Beatriz comanda o holding e detém um terço da Santo Domingo; Alejandro preside o conselho do Grupo Valorem.
  • O grupo investe em diversos setores pela Valorem, incluindo varejo (D1), transporte (Ditransa), mídia (Cine Colombia, Caracol Televisión, Blu Radio, El Espectador) e energia renovável, com projeto de biomassa de 28 MW em parceria com EDF Colombia, custando cerca de US$ 50 milhões.
  • Em 2023 a família vendeu parte de ações da Keurig Dr Pepper e da Peet’s Coffee, mantendo ativos na Colômbia que somam cerca de R$ 6,75 bilhões; o portfólio visa desenvolvimento sustentável.

A família Santo Domingo, maior grupo patrimonial da Colômbia, avalia investir no futebol brasileiro por meio de uma SAF para adquirir o Santos FC. A operação seria um movimento de expansão na América Latina, conectando capital internacional a um clube tradicional de formação de atletas.

Entre os envolvidos, destacam-se Beatriz Dávila de Santo Domingo, 86 anos, apontada como a mulher mais rica da Colôquia, e Alejandro Santo Domingo, 48, que comanda o holding desde 2011. Andres Santo Domingo, 46, compõe o núcleo de gestão da família.

Fortunas e atuação empresarial

Beatriz detém um terço do holding Santo Domingo e participa na AB InBev, que concentra grande parte de sua riqueza. Alejandro lidera o Conselho do Grupo Valorem, veículo de investimentos criado em 1997 após a separação de negócios. A Valorem controla a maior parte do portfólio da família na Colômbia.

A família expandiu seus negócios para varejo, transporte, indústria, mídia e energia renovável. Em 2024, a Valorem investiu US$ 19,5 milhões na Refocosta, para ampliar a produção de madeira compensada. A planta localizada em Bolívar deve aumentar a oferta no mercado local.

Outros ativos e movimentos

O grupo detém mais de 80% da transportadora Ditransa e participa de empresas como Cine Colombia, Caracol Televisión, Blu Radio e El Espectador. Em 2024, a D1 tornou-se o maior varejista de hard discount na Colômbia, com R$ 24,3 bilhões em vendas.

Parcerias com EDF Colombia sinalizam investimento em energia renovável. A Refocosta planeja uma planta de biomassa de 28 MW em Villanueva, Casanare, com cerca de US$ 50 milhões de investimento. No exterior, houve venda de ações da Keurig Dr Pepper e de Peet’s Coffee, com readequação de participação.

Contexto financeiro recente

A família consolidou ativos na Colômbia que superam 5,4 trilhões de pesos, ou cerca de R$ 6,75 bilhões. Em 2023, houve redução de participação em Peet’s Coffee para menos da metade e aumento de investimento na Flying Embers.

Para a Forbes, o conglomerado enfatiza foco no desenvolvimento sustentável da Colômbia. Executivos próximos à família, como Felipe Arrubla, reforçam o compromisso com o portfólio diversificado e a liderança setorial.

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