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FGC inicia pagamento de garantias do Banco Master; veja como evitar golpes

FGC inicia pagamento de garantias do Banco Master; alerta sobre golpes que usam o nome do fundo para obter dados ou pagamentos antecipados

Entre as práticas identificadas estão o envio de e-mails e mensagens que simulam comunicações institucionais
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  • O Fundo Garantidor de Créditos iniciou o pagamento das garantias aos credores de CDB do Banco Master, duas meses após a liquidação extrajudicial das instituições do grupo.
  • O número de credores elegíveis caiu de 1,6 milhão para 800 mil, com o montante total a ser pago em R$ 40,6 bilhões, acima dos R$ 41,3 bilhões inicialmente estimados.
  • A partir do processamento, cresce o foco de golpes que utilizam o nome do FGC para obter dados pessoais ou pedir pagamentos antecipados.
  • O FGC não cobra taxas, não antecipa valores, não transfere créditos garantidos, não utiliza intermediários e não faz contato via WhatsApp, SMS ou mensagens.
  • O pagamento é feito em até dois dias úteis após a solicitação pelo aplicativo do FGC, diretamente na conta do credor, com liquidez atual de R$ 125 bilhões disponível pelo Fundo.

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) iniciou, neste sábado, 17, o pagamento de garantias aos credores com CDB no Banco Master. A ação acontece após a liquidação extrajudicial do grupo, que inclui o Banco Master S.A., o Banco Master de Investimento S.A. e o Banco Letsbank S.A.

O processo envolve verificação de dados e consolidação de informações para assegurar a integridade da relação de credores. O FGC informou que o crédito será pago em até dois dias úteis, direto na conta do credor, sem intermediários.

O montante total a ser desembolsado é de R$ 40,6 bilhões, abaixo da projeção inicial de R$ 41,3 bilhões. O número de credores elegíveis caiu de 1,6 milhão para 800 mil, com liquidez disponível de R$ 125 bilhões para cumprir pagamentos.

Golpes envolvendo o processo

Fraudes usam a expectativa dos credores para obter dados pessoais ou exigir pagamentos antecipados. Técnicas incluem mensagens que simulam comunicações institucionais, sites falsos e links enganosos. Um aplicativo fraudulento chegou a aparecer na loja Android e foi retirado do ar pelo FGC.

O FGC alerta que não cobra taxas, não antecipa valores, não transfere créditos garantidos, não utiliza intermediários e não realiza contato por WhatsApp, SMS ou apps de mensagens. Os canais oficiais são o app, o site institucional, telefone, e-mail e perfis oficiais.

Para evitar golpes, usuários devem confirmar as informações apenas pelos canais oficiais do FGC e desconfiar de solicitações de dados ou pagamentos extras. O FGC mantém reservas de liquidez estimadas em R$ 125 bilhões para enfrentar cenários de estresse no mercado.

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