- Os seis executivos mais bem pagos da City & Guilds tiveram remuneração total de £ six point two milhões, um aumento de 240% desde a privatização da entidade.
- O montante inclui bônus únicos de mais de £ quatro milhões, incluindo £ 1,7 milhão para a CEO Kirstie Donnelly e £ 1,2 milhão para o diretor financeiro Abid Ismail.
- A empresa, que está promovendo um corte de custos de £ vinte e dois milhões e reduzindo a força de trabalho no Reino Unido, viu o salário total dos seis executivos subir desde o ano fiscal anterior.
- A City & Guilds foi vendida pela antiga dona, a London Institute (CGLI), para a PeopleCert, o que gerou uma investigação da Charity Commission e colocou Donnelly e Ismail em licença.
- A empresa afirma cooperar com a auditoria regulatória e destaca que as decisões de remuneração ocorreram sob a nova gestão, sem envolvimento dos trustees em conversas prévias à venda.
A nova gestão da City & Guilds é alvo de controvérsia após aumentar significativamente a remuneração dos seus seis executivos de mais alto escalão, em meio a uma onda de cortes de custos e redução da atuação no Reino Unido. A retirada de caixa já levou a um custo total de 22 milhões de libras para reduzir a folha de pagamento.
A Wise movimentação salarial ocorreu desde a privatização da instituição, que antes era uma agência caritativa. Os aumentos de salários e bônus chegam num momento de revisão financeira e de governança sob a nova proprietária, a PeopleCert. A mudança de dono envolve questões sobre como os bônus foram concedidos.
Kirstie Donnelly, CEO, e Abid Ismail, diretor financeiro, ficaram afastados na semana passada, enquanto a PeopleCert investiga a aquisição da unidade de treinamento e certificação da antiga City & Guilds London Institute (CGLI). A investigação envolve possíveis irregularidades no acordo de venda.
O conjunto de pagamentos aos seis executivos já soma cerca de 6,2 milhões de libras no exercício atual, frente aos 1,8 milhão registrado até 31 de agosto de 2024. O montante inclui bônus únicos que chegam a cerca de 4,5 milhões de libras no total.
A PeopleCert afirmou que não comentará sobre o aumento da folha neste momento. A empresa também informou que está conduzindo um programa de corte de custos de 22 milhões de libras, com redução de centenas de vagas no Reino Unido.
Segundo documentos internos, cerca de 13 milhões de libras em economias virão de sinergias com pessoal, priorizando substituição de posições por contratações locais e relocando parte de funções para a Grécia, com custos menores. Parte dos postos não será substituída por sobreposição de funções.
A privatização e os bônus geraram constrangimento para a nova titularidade e para a antiga organização beneficente. A City & Guilds já declarou apoiar a investigação do Charity Commission e assegurou que as ações dos conselheiros foram transparentes e alinhadas ao propósito beneficente.
A Guardian informou que discussões sobre os bônus ocorreram em 2024 e que, em maio de 2025, houve votação entre os trustees para aprovar bônus equivalentes a várias vezes o salário. A PeopleCert não comentou essa coincidência ao ser questionada pela reportagem.
A City & Guilds está cooperando com a investigação da Charity Commission e reforça que não houve envolvimento direto de conselheiros do CGLI nas decisões de remuneração aplicadas após a venda. O desfecho do caso permanece em apuração pelas autoridades reguladoras.
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