- O IPCA-15 subiu 0,2% em janeiro, segundo o IBGE, após queda de 0,25% em dezembro; acumula alta de 4,5% nos últimos 12 meses.
- Pela primeira vez em sete meses, houve alta nos preços da alimentação em domicílio (0,21%), com alimentação total subindo 0,31%.
- Entre os itens, tomate (16,28%), batata (12,74%), frutas (1,65%) e carnes (1,32%) registraram as maiores altas; leite longa vida (-7,93%), arroz (-2,02%) e café moído (-1,22%) tiveram quedas.
- Habitação caiu 0,26% e transportes recuou 0,13%, reflexo, respectivamente, de menor custo da energia elétrica sem bandeira e de passagens aéreas mais baratas.
- O IPCA-15 considerou preços de 13 de dezembro de 2025 a 14 de janeiro de 2026, para famílias de 1 a 40 salários-mínimos, abrangendo várias grandes regiões brasileiras.
O IPCA-15, considerada a prévia da inflação, subiu 0,2% em janeiro, segundo o IBGE. O levantamento utiliza preços coletados no período entre 13 de dezembro de 2025 e 14 de janeiro de 2026.
Após sete meses de queda, houve alta nos preços da alimentação em domicílio, com 0,21%. O conjunto de gastos com alimentação avançou 0,31% no índice.
Entre os aumentos, destacam-se tomate (16,28%), batata (12,74%), frutas (1,65%) e carnes (1,32%). Já entre as quedas, leite longa vida recuou 7,93%, arroz 2,02% e café moído 1,22%.
Destaques por grupo
Em janeiro, habitação caiu 0,26%, impulsionada pela redução no custo da energia elétrica sem bandeira. Transportes registrou queda de 0,13%, com tarifas de passagens aéreas mais baixas.
O IPCA-15 abrange famílias de 1 a 40 salários mínimos e inclui as regiões metropolitanas de diversas capitais, além de Brasília e Goiânia. Os dados mantêm a metodologia do IPCA, com apenas o período de coleta alterado.
Segundo o IBGE, o IPCA-15 acumulado em 12 meses ficou em 4,5%. A divulgação ocorreu nesta terça-feira, 27, servindo como referência intermediária para a inflação oficial.
Entre na conversa da comunidade