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Rua principal de bilionário em dificuldades ilustra caminho da Reform até No 10

Centro de Beveridge Way tem 23 lojas vagas em 45, propriedade de Daejan Holdings, alimentando debate político sobre reformas e poder de proprietários.

Newton Aycliffe high street
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  • Newton Aycliffe, criado após a segunda guerra, teve Beveridge Way como símbolo de prosperidade; hoje 23 de 45 lojas estão vazias, com taxa de vacancy superior à média nacional.
  • A participação de grandes nomes comerciais foi reduzida: bancos, Woolworths, Wilko e Peacocks se foram; Tesco abriu um superstore ao lado.
  • A cidade é controlada pela imobiliária londrina Daejan Holdings, dos irmãos Freshwater, com a gestão do centro há mais de vinte anos, mesmo diante do declínio.
  • Parlamentares locais e analistas apontam que a alta vacância e os aluguéis altos alimentam descontentamento e fortalecem o apoio a Reform UK em distritos tradicionais do Labour.
  • Autoridades locais tentam ações para revitalizar o centro, incluindo planos estratégicos de Daejan e propostas para permitir uso temporário de lojas vazias por organizações comunitárias.

O centro de Beveridge Way, em Newton Aycliffe, County Durham, enfrenta uma crise de vacância há décadas, mesmo pertencendo a um magnata londrino com vasto patrimônio. Hoje, 23 de 45 lojas estão vazias, configurando uma taxa de vazio quase quatro vezes a média nacional.

A high street foi construída após a Segunda Guerra Mundial para simbolizar uma Britain moderna. Hoje, a mesma rua evidencia o declínio de estabelecimentos tradicionais e a saída de nomes como Wilko e Woolworths, com grandes lojas ausentes do comércio local.

A gestão do centro está nas mãos da Daejan Holdings, controlada pela família Freshwater, com sede em Londres. A empresa detém 0,12% do portfólio global, mas controla todo o Beveridge Way desde 1990, segundo registros.

Locais ouvidos afirmam que a ausência de investimento e o aluguel elevado afastam lojistas. Há relatos de falhas elétricas, prédios degradados e pouca atração para novos negócios, apesar de a área manter serviços como uma loja de conveniência e um posto de correios.

Entre os moradores, a percepção é de que a propriedade de fora da região reduz a sensibilidade para urgências locais. Mesmo com o anúncio de planos municipais, o espaço continua dependente de decisões de uma empresa com sede a centenas de quilômetros.

Autoridades locais dizem manter encontros periódicos com a gestora e trabalham em um plano estratégico para o futuro da área. A prefeitura aponta que o atual índice de vacância de todo o centro é de 26%, ainda acima da média, incluindo grandes supermercados e serviços.

Paralelamente, estudos indicam relação entre deterioração das ruas centrais e apoio a propostas de reformas políticas. Parlamentares locais defendem medidas para liberar imóveis ociosos para organizações sem fins lucrativos e pequenos negócios.

Diante do cenário, integrantes do espectro político aguardam ações para fortalecer a recuperação da região. Observadores apontam que ações nacionais de apoio a ruas centrais precisam ser refletidas em políticas locais consistentes.

Na comunidade, comerciantes relatam dificuldade para manter operações estáveis. Um lojista destaca que o aluguel deixou de subir, mas a presença de gestores diversos traz insegurança. Outros apontam que a cidade precisa de incentivos e planejamento de longo prazo.

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