- Rick Rieder, chefe de investimentos globais em renda fixa da BlackRock, tornou-se favorito para liderar o Federal Reserve.
- Ele é conhecido por apoiar o Bitcoin; em dois mil e vinte a BlackRock já explorava a criptomoeda e ele afirmou que poderia diversificar carteiras diante da inflação.
- A BlackRock é hoje a maior fornecedora de fundos negociados em bolsa vinculados ao preço à vista do Bitcoin, com o iShares Bitcoin Trust reunindo quase setenta bilhões de dólares em ativos líquidos.
- Rieder já argumentou que o Bitcoin pode ser uma reserva de valor mais prática que o ouro, por ser mais portátil e ter oferta finita.
- A nomeação poderia favorecer o Bitcoin, mas enfrenta entraves no processo de confirmação e questões de possível conflito de interesse; o governo Trump ainda não confirmou oficialmente a escolha.
Rick Rieder surge como possível candidato pró-Bitcoin para a próxima cadeira do Federal Reserve, segundo análises de mercado. O anúncio menciona que a indicação poderia impactar políticas de juros e o papel da autoridade monetária. A informação destaca o histórico de apoio de Rieder à criptomoeda.
Rieder é diretor de investimentos da BlackRock e atua como chefe global de renda fixa. Em 2020, ele sinalizou que a instituição começou a explorar Bitcoin como diversification diante da inflação. Na época, apontou que ativos digitais poderiam proteger o portfólio frente à elevação de preços.
A reportagem cita que a BlackRock hoje é líder na oferta de fundos que acompanham o preço à vista do Bitcoin nos EUA, com o iShares Bitcoin Trust possuindo ativos próximos de 70 bilhões de dólares, segundo fontes da indústria.
O histórico de posições de Rieder é mencionado como relevante para o cenário de política monetária. Em 2022, diante de abalos no setor cripto, ele comparou a queda à fase inicial da internet, defendendo a continuidade do valor da tecnologia.
Especialistas do setor avaliam que uma indicação de Rieder poderia tornar as condições de juros mais estáveis para o Bitcoin, caso haja alinhamento com uma política menos restritiva. No entanto, também podem surgir dúvidas sobre conflitos de interesse.
Fontes de mercado destacam ainda que a escolha depende do processo de confirmação pelo Congresso e da avaliação de independência da autoridade monetária. A equipe de Trump não divulgou oficialmente a lista final de preferências.
O presidente dos EUA tem indicado, em Davos, que considera Rieder uma opção “muito impressionante” e sinaliza apoio, o que alimenta as expectativas de mercados. A decisão final sobre o próximo chair deve considerar múltiplos fatores macroeconômicos.
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