- O presidente Donald Trump indicou Kevin Warsh como o próximo presidente do Federal Reserve, para substituir Jerome Powell.
- Warsh, 55 anos, é ex-membro do conselho do Fed (2006–2011) e tem fortes ligações com Wall Street; já havia sido cotado para o cargo em 2017.
- Trump afirmou, em rede social, que Warsh “será um dos grandes presidentes do Fed”, sinalizando tentativa de influenciar políticas de juros.
- Warsh atualmente leciona na Stanford Graduate School of Business e atua em empresas como UPS, Coupang e Duquesne Family Office.
- Entre os concorrentes discutidos estavam Kevin Hassett, Christopher Waller e Rick Rieder; o mandato de Powell termina em maio.
Donald Trump indicou Kevin Warsh para presidir o Federal Reserve. A nomeação foi anunciada nesta semana, com objetivo de substituir Jerome Powell. A decisão ocorre em meio a tentativa de o governo influenciar políticas monetárias.
Warsh, 55 anos, é ex-membro do conselho do Fed e possui vínculos com Wall Street. O candidato já havia sido entrevistado para o cargo em 2017, antes de Powell ser confirmada a vaga. A indicação vem após meses de especulações.
O anúncio ocorreu na plataforma Truth Social do presidente, que reforça a intenção de acelerar mudanças na condução da política monetária. Powell tem mandato até maio e deixa espaço para novo comando.
Perfil do indicado
Kevin Warsh é natural de Nova York. Atuou no Fed entre 2006 e 2011, durante a resposta à crise global. Hoje leciona na Stanford Graduate School of Business e atua em três organizações privadas.
Além de funções acadêmicas, Warsh mantém vínculos com empresas privadas, incluindo UPS, Coupang e a Duquesne Family Office. Sua atuação já foi marcada por alertas sobre riscos inflacionários.
Outros nomes na lista
Entre os cotados estavam Kevin Hassett, Christopher Waller e Rick Rieder. A escolha de Warsh sinaliza uma prerrogativa de alinhamento com a visão do governo sobre o ritmo de cortes de juros.
Desdobramentos esperados
Economistas avaliam que a nomeação pode influenciar a leitura de política monetária no curto prazo. Mercados devem ficar atentos a sinais sobre ritmo de cortes e diretrizes para a inflação.
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