- Manifestantes bloquearam a portaria da unidade da Cargill em Santarém (PA), interrompendo a entrada e saída de caminhões com grãos no terminal.
- A Cargill informou que não há ocupação dentro de suas operações e que a pauta apresentada pelos manifestantes não é de ingerência da empresa.
- A companhia disse que uma parcela menor de soja e milho é movimentada no local em caminhões, enquanto a maior parte chega por modal hidroviário.
- indígenas realizam protesto no local desde ao menos a semana passada contra obras no Rio Tapajós, importante canal de escoamento para o agronegócio.
- O terminal foi criado para escoar produção de Mato Grosso e opera por rodovia e hidrovia; o fluxo envolve MT → Porto Velho ou Miritituba, onde ocorre transbordo para barcaças até Santarém para exportação.
Manifestantes bloquearam a portaria da unidade da Cargill em Santarém, Pará, interrompendo a entrada e saída de caminhões com grãos no terminal. A empresa informou, em comunicado nesta segunda-feira, que não há ocupação dentro de suas operações.
A pauta apresentada pelos manifestantes é descrita pela Cargill como tema sobre o qual a empresa não tem ingerência. Indígenas estariam protestando desde pelo menos a semana passada contra obras no Rio Tapajós, segundo reportagem do G1.
Contexto operacional da exportação
Segundo a própria Cargill, uma parte menor da soja e do milho movida pela empresa chega ao terminal de Santarém em caminhões, com a maioria chegando por modal hidroviário. O terminal foi construído para escoar produção da região Centro-Oeste.
Rotas de escoamento
A Cargill informou que o terminal opera pelos modais rodoviário e hidroviário. O trajeto típico envolve parto de Mato Grosso até Porto Velho (RO) ou Miritituba (PA) em caminhões, seguidos de transbordo para barcaças rumo a Santarém, onde ocorre a exportação.
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