- A partir desta segunda-feira, dois, entra em vigor a obrigatoriedade da versão dois do mecanismo de devolução do PIX.
- O objetivo é viabilizar a restituição de valores em casos de fraude e de falha operacional.
- Antes, a devolução dependia da conta usada na fraude, o que permitia que golpistas transferissem o dinheiro para outras contas.
- Com as novas regras, o PIX passa a rastrear o caminho do dinheiro com mais precisão e recuperar valores desviados mesmo após a saída da conta original.
- Bancos são obrigados a rastrear dinheiro transferido por golpes via PIX.
A partir desta segunda-feira (2), bancos passam a adotar regras mais rigorosas de segurança do PIX, sistema de transferências em tempo real. Entra em vigor a versão 2.0 do mecanismo de devolução, voltada a facilitar restituições em casos de fraude e falha operacional.
A alteração visa permitir rastreamento mais preciso do percurso do dinheiro. Com a atualização, valores desviados podem ser recuperados mesmo após deixarem a conta original do suposto golpista.
Antes, a devolução só ocorria a partir da conta utilizada na fraude. Golpistas costumavam sacar ou transferir rapidamente o dinheiro para outras contas, dificultando o rastreio pelos bancos.
Como funciona: o PIX passa a acompanhar o fluxo financeiro com maior detalhamento, permitindo a reversão de valores desviados em estágios posteriores da cadeia de transferência. A medida foca em ampliar a efetividade da recuperação.
Entidades financeiras e clientes devem seguir as novas regras para assegurar a restituição de valores e reduzir perdas com golpes envolvendo PIX. As regras integram a política de segurança do sistema de pagamentos em tempo real.
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