- O Itaú utiliza três modelos de jornada de trabalho: presencial, híbrido (duas dias por semana no escritório) e remoto, com o híbrido predominando na maior parte do banco.
- A divisão é definida por área e plataforma, com atendimento presencial em agências e setores comerciais, horários flexíveis no híbrido e poucos casos remotos.
- As mudanças são discutidas semestralmente pelo Comitê Executivo e pelo conselho de administração, com comunicação antecipada aos cerca de cem mil colaboradores.
- O banco investe em GenAI ( inteligência artificial generativa) para produtividade, avaliação de desempenho e suporte a decisões, com mais de quatrocentos projetos em desenvolvimento.
- Em 2025, um agente de IA passou a gerar relatórios de avaliação a partir de dados e entrevistas, com planos de ampliar o uso gradualmente pelo Itaú, incluindo aplicações em investimentos com IA.
O Itaú Unibanco mantém uma jornada de trabalho híbrida com dois dias presenciais por semana para a maior parte dos funcionários. As definições são discutidas a cada seis meses pelo Comitê Executivo e pelo conselho de administração. Anúncios são feitos em lives do CEO aos quase 100 mil colaboradores.
O modelo atual soma três formatos: 100% presencial em áreas como agências, híbrido com oito dias no escritório por mês (≈ dois dias/semana) e 100% remoto em casos restritos. A divisão depende da área e da plataforma.
Sergio Fajerman, VP de Pessoas, Marketing e Comunicação, destacou que os resultados do banco têm sido positivos e a cultura evolui. Ainda assim, ele alerta sobre riscos de longo prazo para a formação de lideranças.
As decisões são orientadas por dados da operação e pela adesão cultural, com mudanças anunciadas com antecedência. A intenção é manter transparência e permitir ajustes sem surpresas para o quadro de colaboradores.
GenAI e a estratégia tecnológica
O Itaú vê GenAI como novo pilar de prioridade, buscando produtividade sem perder o foco na entrega e na implementação. Em testes, IA generativa auxilia avaliações de desempenho, com a figura do relator para aprimorar insights qualitativos.
Um agente de IA, em fase piloto, já gera relatórios de avaliação a partir de dados e entrevistas. O projeto usa prompts complexos para guiar resultados, com perspectiva de expansão para toda a instituição.
O banco mantém mais de 400 iniciativas em IA generativa, com cerca de 350 profissionais dedicados ao tema, buscando melhorar segurança e experiência do cliente. Em interfaces com clientes, há apostas em agentes de investimentos com suporte de IA.
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