- A Polícia Federal abriu inquérito para investigar o Grupo Fictor, suspeito de quatro crimes contra o sistema financeiro nacional.
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- O Fictor protocolou pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça de São Paulo no dia 1º, para equilibrar a operação e pagar compromissos financeiros que somam cerca de R$ 4 bilhões.
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- O grupo havia feito uma proposta para comprar o Banco Master no fim do ano passado.
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- Em 18 de novembro de 2025, a Polícia Federal realizou operação contra o Banco Master, resultando na prisão de Daniel Vorcaro, dono da empresa.
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- O dono do Master afirmou que fechava acordo com a Fictor e investidores árabes para venda do banco, e que a liquidação do Master no dia seguinte foi precipitada.
A Polícia Federal abriu um inquérito para investigar o grupo Fictor, que entrou com pedido de recuperação judicial nesta semana e havia feito uma proposta para comprar o Banco Master. A corporação apura quatro crimes contra o sistema financeiro nacional.
No domingo 1º, o Grupo Fictor protocolou o pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça de São Paulo. A empresa afirma que a medida visa equilibrar a operação e assegurar o pagamento de compromissos, estimados em cerca de R$ 4 bilhões.
No dia 18 de novembro de 2025, a PF realizou uma operação contra o Banco Master, resultando na prisão de Daniel Vorcaro, dono da empresa. Vorcaro relatou que havia fechado um acordo com a Fictor em parceria com investidores árabes para a venda do banco, e que a liquidação do Master no dia seguinte teria sido precipitada.
Proposta de aquisição e investigação
A PF continua acompanhando o caso, com apuração das audiências e depoimentos necessários para esclarecer as circunstâncias da proposta de venda e dos crimes investigados. A recuperação judicial do Master permanece sujeita às decisões judiciais e aos próximos passos do processo.
Segundo fontes, a investigação busca identificar possíveis desvios que impactaram o funcionamento do sistema financeiro e envolvimento de terceiros no acordo entre Fictor e o Master. Não houve confirmação de outras prisão ou mandados até o momento.
O Banco Master também não emitiu pronunciamento público sobre o andamento da recuperação judicial ou sobre o acordo com o Fictor. As informações oficiais destacam apenas o andamento das diligências da PF e do judiciário.
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