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Nova cidade do século 21: início de sete vilarejos após 20 anos

Gilston inicia construção após vinte anos de entraves, rede de sete vilas com dez mil casas, infraestrutura de £1bn e mais de dois mil empregos

Each village will consist of between 800 and 1,800 homes, linked by parks equivalent to more than 800 rugby pitches.
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  • Gilston, em Hertfordshire, será formado por sete vilas conectadas, com dez mil moradias em meio a parques e florestas que totalizam cerca de seiscentos e sessenta hectares.
  • O projeto é liderado pela Places for People e foi aprovado após décadas de disputas legais, incluindo um recurso que foi rejeitado pelo tribunal de apelação.
  • O orçamento de infraestrutura é de cerca de um bilhão de libras e foi planejado para ser iniciado antes de erguer as moradias, com escolas, unidades de saúde e instalações de lazer incluídas no plano.
  • O desenho prevê duas escolas secundárias, sete escolas primárias, centros de saúde e infraestrutura que prioriza mobilidade ativa, com as escolas em cada vila para facilitar andar ou pedalar.
  • O conjunto envolve oito mil e quinhentos lares fornecidos pela PfP e mil e quinhentos pela Taylor Wimpey na sétima vila, com orçamento total, previsão de conclusão por volta de 2050 e criação de mais de dois mil empregos permanentes.

Gilston, em Hertfordshire, terá uma rede de sete aldeias conectadas, com 10 mil imóveis inseridos em 660 hectares de parques e florestas. O projeto, liderado pela PfP, nasce após duas décadas de disputas legais e entraves de planejamento.

A iniciativa é apresentada como modelo de construção de comunidades para o Reino Unido, com infraestrutura adiantada em relação às moradias. O orçamento de infraestrutura é de cerca de £1 bilhão e inclui serviços públicos, escolas e centros de saúde.

A história começa com a decisão de um tribunal de apelação que afastou um argumento legal de um proprietário de terras, permitindo avançar o projeto. Gilston busca um modelo de town híbrida, inspirado nas garden towns britânicas, com foco em espaços públicos e mobilidade.

Estrutura, serviços e mobilidade

Cada aldeia terá entre 800 e 1.800 casas, ligadas por 5 km² de áreas verdes. A PfP manterá a maior parte das unidades, com Taylor Wimpey construindo 1.500 imóveis na sétima vila. O plano prevê um mix de moradias para atendimento a diferentes rendas.

A proposta prioriza a redução do uso de automóveis, com escolas localizadas nas próprias vilas para facilitar deslocamentos a pé ou de bicicleta. Estão previstas duas escolas secundárias, sete primárias, centros de saúde e espaços de lazer.

Financiamento, prazos e impacto

O projeto envolve um investimento total de cerca de £6 bilhões na economia britânica e criação de mais de 2 mil empregos permanentes. A construção começou após a decisão judicial que desbloqueou o caminho, e as obras devem se estender até cerca de 2050.

A fibra estratégica do Gilston é um modelo de convivência entre moradia social, acessível e de mercado, com ênfase em design que não identifique tipos de moradia pelo exterior. A PfP planeja aumentar a parcela de moradias sociais ao longo de 30 anos de construção.

Desdobramentos e contexto

O conjunto é apresentado como prova de conceito para um modelo nacional de urbanização, em meio à meta governamental de entregar 1,5 milhão de casas até 2029. A PfP defende que metas com atraso não devem desmotivar, ressaltando a urgência de enfrentar o déficit habitacional.

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